Depois de um investimento de mais de R$165,8 (entre 1998 e 2011) e um trabalho minucioso ao longo de 18 meses, o Grupo Telefônica comemora a concretização de um ideal: avançar no mercado brasileiro e transformar e tornar a Vivo em líder nacional (em telefonia móvel e marca de telefone fixo, internet e TV por assinatura). Este sucesso da empresa e da marca é resultado da qualidade dos produtos e serviços, da capacidade de inovar e de diversas ferramentas e ações diferenciadas que buscam desenvolver no mercado nacional, que hoje representa a maior operação mundial do Grupo em número de clientes (90 milhões de clientes) e empregados diretos (mais de 100 mil), entre os 25 países onde atuam. “A Vivo é uma empresa conhecida pela inovação, esse é um dos pontos fortes da companhia. Todos esses outros pontos: ações estratégicas, preços competitivos, promoções, serviços, patrocínio também são ferramentas utilizadas. A variedade de planos pós e ofertas de pré-pago, também é um diferencial da operadora. A Vivo estuda constantemente os mercados onde atua e do resultado desses estudos surgem as demandas para novos produtos, serviços, promoções, patrocínios e toda a estratégia comercial da empresa”, diz o Diretor da Vivo Regional Nordeste, Renê Ruszki.
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Arquivo mensal: abril 2012
De olho no consumidor do automobilístico
Estamos vivendo um período positivo para o país com uma camada da sociedade na linha de consumo. Uma faixa que cresceu por causa dos programas de assistência social e do aumento anual dos salários mínimos, que possibilitaram aumento da renda para que entrassem na linha de consumo. “O crédito, a maior distribuição de renda, um Nordeste motivado pelos investimentos do governo federal e, em Pernambuco, especialmente, a gestão pública do time de Eduardo Campos, permitiu que o dinheiro circulasse mais no comércio e o cliente posicionou a troca ou compra do veículo na sua lista de prioridades. O carro e a moto também viraram sonhos de consumo palpáveis, bem antes da casa própria”, comenta Moraes.
O mercado automobilístico na onda criativa

As motivações aliadas aos fatores discutidos influenciam o consumo e trazem grandes benefícios para vários setores: o mercado de veículos (que integra as montadoras, concessionárias, empresas de autopeças, entre outros) e a população (através da geração de empregos e realização do sonho do meio de transporte). Então, é preciso estimular o crescimento do segmento com estratégias que vão além das simples oferta variada de produtos. “O setor tem forte concorrência, hoje o consumidor tem à sua disposição dezenas de marcas com linhas completas de produto. Do ponto de vista de quem, como nós, trabalha a comunicação de dois grandes grupos do varejo automotivo, é um trabalho diário procurar novos caminhos criativos para chegar aos corações e mentes dos consumidores”, diz Gustavo Bastos, sócio 11:21 (RJ), agência que atende o Grupo Líder (Recreio Volkswagen, Líder Chevrolet e Ford Bracom) e AGO (Mercedes, Chrysler, Dodge, Jeep, Peugeot, Hyundai HB20 e smart).
Por dentro das marcas que promovem paixão automotiva

O Brasil é apaixonado por veículos e o mercado de comunicação acompanha este amor com carinho. Para quem atua no mercado automotivo, o segmento está passando por um período de profunda mudança como consequência da grande crise mundial de 2008, contudo, ainda representa uma grande força na economia mundial, afinal ele gera milhares de postos de trabalho diretos e indiretos. E, como forma de mantê-lo ativo, o Governo Federal interviu com a redução do IPI em maio de 2012, que gerou recuperação nas vendas para sanar uma questão de altos níveis de estoque. E isto ajudou o mercado, mas só o tempo mostrará se as dificuldades que vinham prejudicando o setor estão superadas. “A abertura de novas fábricas no Brasil deu outra dinâmica ao negócio, nos últimos cinco anos. Representou agilidade na produção, facilidade de compra. Os que antes eram chamados importados, passaram a ser fabricados no Brasil, eliminando a dificuldade de manutenção e reposição de peças. Teve também a entrada de novas marcas estrangeiras, que, através de políticas de peço agressivas e grandes campanhas de marketing, trouxeram uma ampla concorrência ao setor. O bolo, antes dividido em quatro ou cinco fatias, passou a ser disputado por mais de dez. Foi um período de grandes novidades. E toda novidade, gera curiosidade, interesse… E até mesmo, compra”, destaca Mariuche Ismerin, gerente de marketing e qualidade de todo o Grupo Indiana da Bahia.
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Quando os dados fazem a diferença

No planejamento de marketing digital, sabe-se que é necessário selecionar as redes sociais ideais, as ferramentas adequadas, identificar as oportunidades, desenvolver o conteúdo atrativo, entre outros fatores importantes para o desenvolvimento do trabalho. Mas, muitos especialistas consideram que este processo vai muito mais além. Afinal, podemos perder algum detalhe importante enquanto monitoramos e gerenciamos todo o trajeto para manter a imagem da marca e da empresa em evidência na web. E, por isto, uma forma de exercitar o Social Media Marketing tem sido empregada por diversos especialistas: o Business Intelligence, ou BI, que em português claro pode ser traduzido como Inteligência de negócios. “O conceito foi desenvolvido na década de 80, referindo-se à prática de coletar dados e organizar, para servirem de insumo para análises que as tornarão informações úteis e possibilitem uma melhor sustentação para a tomada de decisões. As empresas estavam começando a perceber uma nova situação, que hoje é um dos nossos maiores problemas: o excesso de dados. A partir deste momento a inteligência empresarial tornou-se uma vantagem competitiva para todos os setores do mercado. O desenvolvimento e popularização da computação e internet ajudou a potencializar esse cenário de inundação de dados, principalmente depois do surgimento das mídias sociais. Se antes o conteúdo era criado por empresas, agora a maior parte é criada por usuários que tem vontade de compartilhar suas experiências e opiniões com outras pessoas. Isso fez com que haja milhões de tweets no Twitter, curtidas no Facebook e pins no Pinterest, que precisam ser lapidados para a aplicação do business intelligence”, diz o João Gabriel Fonseca, diretor de marketing da SEO Master (RJ).
Análise minuciosa evita riscos e possibilita resultados assertivos

A popularização das ferramentas para gestão de mídias sociais não só consolida a leitura dos dados como também facilita a análise, interpretação e tomada de decisão. E o posicionamento a partir disto e o processo integrado ao planejamento estratégico desenvolvido com ele possibilitam o maior engajamento, uma vez que se estabeleça uma estratégia efetiva e adequada. “A estratégia de atuação depende do contexto. As fontes de informações de BI em Social Media são, normalmente, ferramentas que monitoram as publicações relacionadas à marca ou ao setor de atuação da empresa. É comum também o uso de ferramentas de acompanhamento do desempenho dos canais proprietários da marca, como Facebook Insights, que oferece uma visão do tráfego da fanpage, perfil demográfico do público, engajamento, etc. Outras ferramentas de SAC 2.0 e CRM 2.0, sistemas que integram as redes sociais a dados de outros canais de relacionamento das empresas, também são valiosas fontes de informação. Há ainda uma série de técnicas de coleta e métodos de análise que proporcionam uma visão mais aprofundada da relação da marca com seu público, como o Social Network Analysis, análise que busca interpretar as relações entre os usuários de uma mesma rede ou grupos que não necessariamente se encontram, mas que possuem algum laço em comum – em algum grau; Complex Network, análise das Redes Complexas para a identificação de hubs e previsão de crises; e Estudo Netnográfico, dentre diversas outras”, pontua Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken (SP).
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Conexão com soluções criativas
As novas tecnologias trouxeram grandes mudanças à sociedade: mídias sociais, e-commerce, social commerce, Facecommerce e compras coletivas, personagens da cena global que proporcionam um cenário novo e cheio de possibilidades e oportunidades para marcas, empresas, agências e consumidores. Um protagonista com um enorme índice de negócios é o setor de compra coletiva que cresceu 7,5% no Brasil em janeiro de 2012 (em relação ao ano anterior) e registrou um faturamento de R$ 98,2 milhões, de acordo com levantamento do InfoSaveMe – indicador criado pelo agregador de ofertas de compras coletivas SaveMe, em parceria com o e-Bit. Foram registradas mais de 12.624 ofertas publicadas no primeiro mês de 2012, cujos descontos representaram aos consumidores uma economia de R$ 186 milhões. “Os sites de compras coletivas chegaram para ficar. Isto é fato. Claro que a tendência será o fechamento de muitos sites de compras coletivas. Futuramente sobrarão somente aqueles que realmente venderem qualidade e bom serviço. O céu realmente é o limite. E caberá mais às empresas e agências de comunicação aproveitarem esta nova e democrática ferramenta. Mas, sem planejamento o risco é enorme. É preciso saber interagir com o cliente. Saber atender, encantar, fidelizar e ouvir o cliente”, Fernando Bem, da Bencom Comunicação (SP).
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