Uma grande característica neste movimento é o processo de produção mais autoral e, mais do que isto, a forma como se interage com a produção em si no ato do consumo. Isto é uma marca deste movimento, que têm a contribuição das incubadoras como um grande incentivo para o seu desenvolvimento. “Estão sendo criadas estruturas facilitadoras. São aceleradores de ideias, incubadoras, pólos de empreendimentos compartilhados. Essas estruturas tem objetivo de levar as ideias ao mercado sem grandes obstáculos. As profissões já existem há muito tempo, o que temos e vemos são novas atribuições e uma valorização de posições que eram antes vistas como secundárias. É o caso dos articuladores, dos gestores e analistas de pequenos negócios que não eram reconhecidos como essenciais aos processos, a própria profissão de design gráfico era muito pouco reconhecida. Vale salientar que este reconhecimento se traduz em forma de salário, os salários da indústria criativa são quase três vezes maior que os salários em outros segmentos, enquanto o rendimento mensal médio do trabalhador brasileiro era de R$ 1.733 em 2011, o dos profissionais criativos chegou a R$ 4.693, quase três vezes superior ao patamar nacional”, destaca Adolfo Menezes Melito, presidente do Conselho de Criatividade e Inovação da FECOMERCIO-SP.
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Uma ideia na cabeça e um teclado à mão foram a marca registrada de várias realizações que mudaram o mundo nos últimos 40 anos, desde que dois caras conhecidos como Bill Gates e Steve Jobs saíram dos escritórios de garagem e trouxeram inovações que mudaram o nosso conceito de trabalho, lazer, comunicação e tecnologia. Muito se passou desde a década de 70 até os dias de hoje, mas uma coisa ainda permanece: novas idealizações trazem novas inspirações, especialmente diante da globalização atual medida pelas mídias sociais. E este é o caso do Instamission, criação das amigas Luiza Voll, publicitária, e Daniela Arrais, jornalista. “Nos conhecemos pela internet, por meio dos nossos blogs, e descobrimos o quanto amamos essa internet, o quanto é dela que tiramos inspiração, aprendizado, amigos e tudo mais”, lembra Daniela Arrais.
Continuar lendo Com uma missão na cabeça projeto usa o Instagram para mudar a concepção de imagem e rede social →
Como apregoam muitos especialistas, estamos vivendo ápice da revolução digital, e com ela a criatividade é um imperativo que deve fugir à acomodação do formato tradicional da comunicação. Hoje, o saber se comunicar com o público ganhou novo paradigma, afinal, envolve ainda conseguir gerar conteúdo relevante e obter engajamento. Este é o grande desafio dos publicitários e o grande foco das marcas, que tentam ultrapassar as resistências e alcançar este novo território em franca transformação: o da comunicação digital. É este novo cenário radical que é mostrado ao leitor no livro “Terrorismo de Marca” pela jornalista e publicitária Izabela Domingues, que carrega uma bagagem de 20 anos de atuação em agências em São Paulo e no Recife, compartilhada em sala de aulas da Faculdade Aeso Barros Melo (PE), onde atua também como coordenadora. “Estamos vivendo profundas transformações nos setores da Propaganda e do Marketing. A lógica da sociedade em rede mudou a lógica da Publicidade e as empresas e agências estão se adaptando a essas novas configurações”, destaca ela.
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Foco estratégico pode ser o diferencial em sua Gestão de Comunicação, então aposte em um expertise de planejamento e DNA próprio de produção, criação e conexão de sua marca ou negócio! #realize