Do conceito ao modelo da Estratificação social

piramide-social (brasilescola.uol.com.br)Ligado ao começo do capitalismo, o conceito das classes sociais teve seu inicio a partir dos impactos causados pela primeira revolução industrial. Naquela época, Karl Max escreveu o manifesto comunista com Friedecrich Engels, em que determinavam em linhas gerais que a sociedade poderia ser divida em duas classes: a dos explorados (proletariado) e dos exploradores (proprietários e burgueses). Com o tempo e as mudanças do mundo, este modelo clássico ganhou uma nova abordagem pelo sociólogo Max Weber, em que a sociedade passou a ser categorizada em termos econômicos e de renda. Sistema este que até agora era usado no Brasil. Uma classificação que mantinha cada vez mais em destaque as discrepâncias entre uma e outra camada da sociedade, em especial a C que mais alcançou mobilidade social e chegou a crescer cerca de 20% nos últimos 10 anos.

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Com a nova Estratificação social, o que há de novo?

crisePara muitos especialistas, agora tudo muda com a nova estratificação social. Diante de um novo cenário, o modo de consumir mudou assim como a forma de estuda-lo. E diante disso: o que muda no trabalho e ações de comunicação e relacionamento entre marcas, empresas, consumidor, agências, e ainda no comportamento do consumidor: postura, hábitos, prioridades? Mas, na verdade, o que está diferente é a nossa forma de observar esta realidade, isto porque estamos diante de uma sociedade que não tinha sido observado anteriormente. “Os brasileiros continuam os mesmos, suas vidas permanecem iguais, mas agora poderemos olhá-los de forma mais precisa, entendê-los melhor. Agora sabemos, por exemplo, que não dá para generalizar ‘classe média’ como estávamos fazendo e que há muito mais pobres do que pensávamos. Este número, agora maior, estimulará agências e marcas a estudar melhor o target para poder oferecer a ele produtos e comunicação relevantes. Não se pode mais ignorar este público e seu potencial de consumo, que por menor que seja individualmente ganha relevância por conta do tamanho da população”, comenta Juliana Nappo – VP de Insights & Strategy do Grupo Toolbox – Toolbox e ShopperAge (SP).

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Nova estratificação social enfatiza que está na hora de se mostrar

www.ehow.com.brNeste mês de janeiro, o sistema de estratificação social mudou em virtude do aumento da renda da população e a ascensão da chamada “nova classe média”, refletindo, desta forma, neste perfil socioeconômico da sociedade brasileira atual. O que este crescimento do número de brasileiros mais ricos e mais pobres representa? E com esta nova estratificação, o que muda no trabalho e ações de comunicação e relacionamento entre marcas, empresas, consumidor, agências? Esses são questionamentos importantes que não podemos deixar de fazer nesse conturbado período de transformação. “Esta nova estratificação poderá auxiliar na delimitação mais precisa de certos clusters de consumidores, mas apenas com o tempo será possível confirmar se realmente ajudará nesta questão”, diz Henrique Santos, coordenador de planejamento da agência Rae,MP (SP).
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