Na primeira semana de abril foi mostrada ao público a canção “We Are One” (Somos um), música oficial da Copa do Mundo FIFA 2014, cantada pelo rapper Pitbull e com vocais da cantora Jennifer Lopez e trechos em português da brasileira Cláudia Leitte, mostrando toda energia e positividade que se espera dos amantes por futebol, perdendo ou ganhando. Ou seja, aprendendo a jogar, como dizia Elis Regina. Enquanto a maior paixão mundial não começa, o país e os envolvidos estão arrumando a casa para receber torcedores de 217 países e territórios que já garantiram seus ingressos. Isto comprova que o interesse vai muito além das 32 equipes em campo e, para isto, a Federação Internacional de Futebol Associado – FIFA está investindo mais de US$ 1,5 bilhão na realização do evento, segundo seu departamento de imprensa. Mais da metade dessa cifra (US$ 850 milhões) será investida diretamente na economia brasileira por meio da contratação de diversos serviços locais, que vão de reservas de hotéis e passagens de avião à alimentação, logística etc.
O mercado de classificados online cresce a um ritmo estarrecedor. Nos últimos seis anos, acredita-se que tenha crescido uma média de três vezes mais. Isto porque a confiança no meio cresceu e com ela o consumo. Para se ter uma ideia deste crescimento, uma pesquisa da E-bit Informação (agosto/ 2013) apontava que 3,98 milhões de pessoas realizaram a sua primeira compra online, nos primeiros seis meses. “Os brasileiros estão mais acostumados e mais confiantes em fechar negócios pela internet, mas a gente sabe que, quanto mais à vontade e seguros deixarmos nossos usuários, melhor a chance de um bom negócio. Fazemos isso por meio de comunicação e dicas para os usuários”, diz o vice-presidente e diretora de Produto, Ana Julia Ghirello.
Como se diz “em terra de cego, quem tem um olho é rei”. E o Brasil reina absoluto como o primeiro no mundo em toda a história da tecnologia a criar uma ferramenta legislativa para regular o meio. Com cinco anos de atraso, lógico, mas começamos um momento histórico com a aprovação inicial do projeto de lei na Câmara dos Deputados, no dia 25 de março, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet. Sob o número PL 5403/2001, o texto intitulado Marco Civil da Internet (http://marcocivil.org.br) propõe uma série de determinações em defesa da privacidade de todos que utilizam a Internet, e das obrigações do governo e empresas, assim como e observações sobre os limites dos usuários para garantir o uso adequado da rede. “A era romântica da Internet acabou. Hoje estamos falando de um canal de informações que movimenta bilhões de dólares e se integra cada vez mais com todas as outras Mídias. Num primeiro momento qualquer regulamentação causa certo receio, visto que até agora o modelo de funcionamento era regulado pelo próprio mercado. Porém vivemos hoje problemas reais como invasão de privacidade, roubo de dados e questão da liberdade dos usuários”, diz Christopher Montenegro, diretor geral da Malagueta PDV (RJ). Continuar lendo A lei que regula as atividades online contra ações inadequadas→
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