A humildade das redes conquista a telinha

dona-ireneAposentadoria é sempre um momento de muita tranquilidade para a maioria das pessoas, mas não para esta potiguar de 57 anos, que largou o trabalha de SG em um hospital de Mossoró despois de 24 anos por motivo de doença, e hoje divide a agenda entre muitos compromissos. Afinal, ela é uma das garotas propagandas mais divertidas da publicidade no último ano. Esta é a Dona Irene, personalidade da web e personagem que alcançou os TT´s mundiais como Danilo Gentile, e é a cara da nova comunicação do Eletro Shopping, rede pernambucana fundada há 20 anos, pelo empresário Richard Saunders.

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Quando a proximidade geográfica se reflete em boas ideias e negócios

oxy_005Em 1983, surgiu uma expressão que mudaria o conceito de escritório como se conhecia: Escritório Virtual, com a ideia de que facilitar a estrutura e o acesso a contatos necessários numa relação de negócios, fugindo, contudo, da inflexibilidade de alugar ou montar um escritório completo. Este modelo alcançou o Brasil mais ou menos em 1994 e conquistou certo número de adeptos, porém, um novo formato vem ganhando cada vez mais adesão com uma proposta maior e resultados bastante atraentes para pequenas organizações e profissionais de diversas áreas. Este é o coworking que oferecem para os seus associados mais do que oferecer endereço comercial, escritórios estruturados e atendimento para recado.
“Logo de cara, o coworking traz a liberdade de ir e vir, de não se preocupar em ficar preso a um contrato de locação de vários meses em um imóvel ou conjunto comercial, livrando das preocupações com investimentos em infraestrutura, equipe, gastos fixos muito altos, manutenção, etc”, destaca Ana Vecchi, diretora da Vecchi Ancona – Inteligência estratégica (SP).

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Compartilhamento e uma nova possibilidade de negócios

ws_09-coworkingEsta é realmente uma tendência que traz diversas opções e que surgiu de forma bastante peculiar e foi se desenvolvendo no começo dos anos 2000. O termo coworking foi criado em 1999 pelo americano Bernie De Koven, um designer de game que desenvolveu a expressão para descrever o trabalho colaborativo apoiado pelo computador. Mas, em 2005, passou a ser usado por Brad Neuberg para explicar o espaço físico com compartilhamento de área e de esforços, a partir primeiramente da própria iniciativa: o “Hat Factory”, um local de trabalho montado em um apartamento em São Francisco onde atuavam três profissionais de tecnologia. Um ambiente que abria suas portas durante o dia para autônomos que precisavam não só de um lugar para trabalhar como ainda compartilhar experiências.

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O novo mundo dos negócios

casamarela-2A proposta implica realmente num ambiente mais flexível e muito dinâmico, independente das condições de aluguel: um espaço em uma mesa, ou uma mesa completa, ou até mesmo uma sala própria. E sendo assim vem crescendo o busca por essas condições estruturais, que antes de tudo passam a ser a referência cadastral das novas empresas. “Ter um espaço de trabalho sem os custos de instalação e manutenção de um escritório tradicional é uma das grandes vantagens do coworking. Cada dia mais, profissionais de algumas áreas, cujo tempo maior é tomado junto aos clientes, procuram um espaço que sirva como referência de endereço profissional e a um custo mais baixo. Outro fator, a meu ver, é o da experiência do homework não ter sido tão bem sucedida. E por isto temos recebido várias consultas de profissionais que atuam nesta área. Acreditamos ser um mercado com um alto potencial de crescimento para uso de coworking”, destaca Manoel Borba Filho, diretor financeiro do SoftexRecife (PE), no empresarial ITBC, na Rua da Guia, Bairro do Recife.

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Coworking fortalecem as parcerias e integração de negócios

ws_01-jardimPara alguns profissionais, a opção pelo coworking é uma estratégia de trabalho que possibilita equilibrar o tempo na rua e um ponto específico para manter o negócio em evidência. “Trabalhar em casa às vezes é muito limitado e o meu trabalho também deixa um escritório fixo muito obsoleto. Quando abriu o Workspot eu pensei: que sorte, porque consegui equilibrar as coisas. Hoje, trabalho no escritório quando tenho necessidade de sair de casa, de atender um cliente”, destaca fotógrafo Maurício Messa (PE), profissional que se utiliza desta proposta para trabalhar.
E dela faz uso incondicional ampliando as opções que mantinha até um tempo atrás que estavam fadadas a reuniões em cafés, restaurantes e outros pontos de encontro temporários. “Uso o Workspot como meu local de trabalho regularmente e no fim do mês meu custo com escritório é mínimo”, conta Messa, para quem a infraestrutura a mão é essencial hoje. “Quando tenho um cliente, eu sempre marco no Workspot, porque tenho a segurança, o bom ambiente e a privacidade de receber. Para mim, vale muito a pena financeiramente, porque eu economizo só pagando as horas de trabalho. E ainda tenho o networking, porque trabalhar só em casa acaba que os contatos ficam limitados e o profissional isolado”.

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