Recurso claro e transparente da Segunda Tela

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Thiago Sarinho do CEDEPE – Centro de Desenvolvimento Empresarial (PE)

Um novo mundo se adianta com todas as possibilidades que as tecnologias estão proporcionando para as mídias e consequentemente para o público. Uma vez que a conversa ficou mais pessoal e direta, as marcas podem utilizar a Segunda Tela como um recurso para iniciar, estimular e acompanhar a conversa com (e entre) o público. “Ficou mais fácil saber onde estão falando e o que estão falando – e com isso, ficou mais fácil saber com quem e como falar. É um mundo de oportunidades, basta saber aproveitar”, enfatiza Andreza Mendes. Mas, para isso é importante perceber qual dispositivo realmente atua como segunda tela, para obter resultados adequados para o que se pretende com a investida. “De todos os telespectadores que assistem TV e fazem uso do smartphone ao mesmo tempo, mais de 70% acessam temas que não tem qualquer relação com a programação da TV. Vivemos em um momento que o ‘On Demand’ é a bola da vez. Acabaram as brigas pelo domínio do controle remoto. Hoje, cada um possui seu dispositivo de comunicação. Ele não é mais compartilhado”, complementa Thiago Sarinho, professor de inovação, marketing digital e design thinking do CEDEPE – Centro de Desenvolvimento Empresarial (PE).

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O mundo paralelo da Segunda Tela

frame-2-ex4geradoEsta é tendência que está mudando o comportamento do consumidor e das mídias. A necessidade de conexão das pessoas não é uma coisa que nasceu agora, no que diz respeito aos meios tradicionais. Podemos dizer que o modelo tenha nascido desde o princípio do modelos de comunicação de grande massa, com os programas de auditório das rádios e das Tvs, ao resgatarmos a história das mídias tradicionais. Partindo-se desta perspectiva, observamos que este fenômeno da segunda tela não é uma coisa nova mas que tem tido de tempos em tempos novas formas de se projetar junto ao público, seja na forma de interação por telefone nas emissoras radiofônicas ou nas transmissões ao vivo dos programas televisivos, em meados do século XIX. Mas o conceito deste fenômeno remonta mesmo ao ano de 1996, quando o pesquisador e professor Scott Paul Robertson (da Universidade do Havaí, em Manoa), desenvolveu um sistema que possibilitava o uso de um dispositivo portátil (que pode ser considerado como segunda tela) para interação com uma TV, complementando o conteúdo consumido na televisão.

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O fenômeno da Segunda Tela no Brasil

frame-1-ex4geradoQuando a Casa dos Artistas ou o BBB surgiram, o público não tinha como interagir diretamente com os programas de forma alguma. Afinal, estamos falando do começo dos anos 2000, época que antecedia o Twitter, o Facebook e até mesmo da plataforma Android, Este sistema operacional, em especial, ampliou as potencialidades da tecnologia mobile e transformou os celulares em potentes smartphones. E nos dias de hoje encaramos uma nova realidade, a do Second Screen ou Segunda Tela, fenômeno influenciado especificamente pelos avanços da internet e pela expansão das redes sociais que possibilitam uma comunicação efetiva com os meios de comunicação tradicional, em especial a TV. “O termo corresponde a uma plataforma digital como um tablete ou smartphone, que interage no mesmo momento com a TV, por exemplo, onde o consumidor faz sua participação de forma online em algum programa de televisão. Essa tendência tem sido cada vez maior, no Brasil, em que mais da metade da população está usando os dispositivos para fazer duas interações ao mesmo tempo”, diz Valter Rito, sócio da Ikonos (PE).

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Um sonho materializado

18/11/2015. Coletiva de Lançamento da Duca. . Foto:Daniela Nader.
18/11/2015. Coletiva de Lançamento da Duca. . Foto:Daniela Nader.

Inovação está definitivamente na crista da onda e, por isso, apostar nesta vertente é mais do que tendência. E este será o principal diferencial do Grupo Duca, cujo lançamento causou recente alvoroço no mercado. A holding, gerida pelo publicitário Queiroz Filho, presidente da Ampla Comunicação, servirá assim mais do que aporte gerencial para as três operações envolvidas (a Ampla Comunicação, a BG9 e a Ampla Espírito Santo). Podemos considerar que o grande barato de sua proposta é desvincular de dentro das empresas processo importantes para seus bons funcionamentos, uma vez que o processo de planejamento, prospecção e execução das atividades internas não dão mais conta da renovação tão necessária nos dias de hoje. “O nosso negócio forma-se a partir da união de talentos e marcas consagradas. Um grupo que terá não apenas a Ampla como empresa, mas também uma série de outras operações com foco em comunicação, tecnologia e inovação”, afirma Queiroz Filho, CEO do Grupo Duca. Continuar lendo Um sonho materializado

Hiperatividade para empreender

edney-9-credito_leo-nevesSaber aproveitar as oportunidades da vida foi uma grande lição que Edney Souza aprendeu com o tempo e que ajudou a moldar sua trajetória profissional. Um exemplo de empreendedorismo que explora as possibilidades da inovação desses “tempos modernos”. Este consultor de marketing (especializado em conteúdo, eventos e redes sociais) teve seu primeiro contato com a tecnologia em 1989, impactado por propaganda de cursos de computação na escola em que estudava. E isso o levou à primeira aula na área e, progressivamente, à atuação como programador. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Tecnologia da Informação Aplicada a Negócios pela FASP, Souza trabalhou em várias organizações até iniciar sua vida de empreendedor, aos 28 anos, ao abrir sua primeira empresa. Continuar lendo Hiperatividade para empreender

A tônica feliz de uma época

poupanca-bamerindus-mexicanosPolítica, humor, romantismo e transformações sociais e políticas foram tônicas da década 90 que antecedeu a Era da Inovação. Mas, esse momento traz uma série de propostas diferenciadas na comunicação que trouxe romantismo, lirismo e muito bom humor. Afinal, ser feliz era uma tônica recorrente na comunicação da época, e colocar isso a tona era uma boa receita.
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Todas as formas de encantar na propaganda dos anos 90

mamonas2Enquanto o Mamonas Assassinas colocava todos a dançar o “Vira-vira” em sua meteórica presença no mundo da música, muita coisa também balançou os anos 90. Irreverência, escândalos políticos, tragédias, luta popular e regulamentação foram algumas das marcas desta década que teve, no mesmo período, eleição e impeachment do presidente mais novo da história do país e mudanças tão dispares que concretizou uma nova era para a comunicação. O Código de Defesa do Consumidor chegou e modificou as relações entre as empresas e clientes; o mercado de propaganda foi obrigado a controlar comerciais direcionados ao público infantil em virtude do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente); e a indústria tabagista sofreu baque com as restrições publicitárias e a exigência de informes sobre o uso do cigarro.

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