Há 29 anos, três jovens alagoanos tiveram a ideia de começar a empreender ainda nos tempos de colégio e criaram uma rede de restaurantes que tem deixado sua marca no Nordeste com três marcas fortes: a Super Pizza, a casa de pizza e massas Armazém Guimarães e o restaurante de culinária italiana Maria Antonieta, em Maceió. “Todas as nossas operações (SuperPizza com 07 unidades, Armazém com 04 e a Gastronomia Maria Antonieta) continuam sendo operadas pela família e administradas por nós três”, destaca o empresário Leopoldo Gama, que divide com os irmãos André e Breno a sociedade do grupo que traz em si uma trajetória de sucesso no mercado com essas diversas propostas voltadas à cozinha italiana.
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Um olhar investigativo pelas peculiaridades da vida

Data: 27-08-2012
Assunto: CADERNO C – Na foto destaque para a repórter especial do Jornal do Commercio Fabiana Moraes.
Prestes a lançar mais um obra, “O Nascimento de Joicy”, a jornalista pernambucana Fabiana Moraes é uma profissional que se especializou em contar histórias de personagens diferenciados que passam batido para a maioria das pessoas. Não por achar que isto é o que o público quer ler nas páginas do jornal diário, mas sim por acreditar que tudo que observa e analisa no seu dia a dia é relevante e merece ser repercutido. E, por pensar e crer nisto, esta repórter especial do Jornal do Commercio (PE), bacharel e mestre em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, enveredou ainda para uma outra área das ciências humanas, a Sociologia. “O estudo do comportamento carece demais desse olhar investigativo. Todo pesquisador tem um bocado de jornalista, e vice-versa. O problema é que nós, jornalistas, terminamos desvalorizando nosso papel de observador do mundo. Quando queremos, fazemos isso tão bem. Somos antropólogos e sociólogos em potencial. Buscar a sociologia foi justamente essa vontade de dar conta de mais respostas (ou de basear melhor tantas perguntas) que a comunicação já não dava mais conta”, diz ela que acumula no currículo diversas premiações.
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Uma marca que se expande ainda mais no Brasil
Aos 40 anos de existência, a Hello Kitty mostra mais do que fofura e proporciona mais do que um abraço aos fãs mundo afora. Símbolo da cultura japonesa no mundo todo, a Hello Kitty foi criada pela Sanrio, fundada na década de 60, com base no conceito “Small Gift, Big Smile”, traduzindo a ideia de que um pequeno presente pode trazer um grande sorriso. E sua imagem traz em si um sentimento de alegria que está associada a um básico cumprimento inglês, que se tornou o nome adotado pela proximidade entre as garotas japonesas com as culturas de países de língua inglesa. “A Hello Kitty foi criada originalmente pela designer da Sanrio, Yuko Shimizu, em 1974, para ser aplicada num porta moedas. O traço da Hello Kitty foi criado de uma forma para se identificar com os sentimentos das pessoas. O nome da Hello Kitty veio da forte influência americana e inglesa na cultura japonesa naquela época”, lembra Renata Pereto, gerente de marketing da Sanrio, empresa responsável pela criação e licenciamento desta personagem fictícia que usa um laço de fita vermelha.
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Um abraço para todo o mundo
Um gato normalmente tem nove vidas, mas esta gatinha já tem quatro décadas de história no mercado mundial para contar. Assim como muitos personagens, a Hello Kitty é uma referência de infância de muitas garotas no mundo inteiro e, por isto, ganhou destaque até em música lançada em 2013 pela cantora canadense Avril Lavigne. Apaixonante, ela se consolidou como uma marca forte, inclusive no Brasil, país na qual aproximadamente 80 empresas detém a licença de uso da imagem para os mais diversos tipos de produtos em segmento alimentício, de confecção, calçados, brinquedos, papelaria, houseware, presentes, entre outros. “O traço da Hello Kitty transmite um sentimento de fofura e os seus produtos sempre encantaram as pessoas. Por mais que a sua origem seja japonesa, ela é bem aceita em todo o mundo e a sua diversidade de guias de artes permite que ela seja apresentada em diversos estilos”, diz Renata Pereto, gerente de marketing da Sanrio, empresa responsável pela criação e licenciamento desta personagem fictícia que usa um laço de fita vermelha.
Um profissional ensinando a contar boas histórias
“Boas histórias se perpetuam independentemente da tecnologia, e se uma empresa consegue contar uma boa história o mesmo vai acontecer”, declaro o publicitário Bruno Scartozzoni, diretor de planejamento da Flap Live Marketing (DF), e professor de Storytelling Transmidia da USP. Atuando hoje como cabeça de projetos importantes da agência brasiliense, se tornou muito conhecido no mercado pelo seu expertise nesta nova forma de comunicar a partir do processo de contação, que, segundo o próprio paulista boas obras e narrativas são eternas, como a vida de Cristo e o trabalho do dramaturco inglês William Shakespeare. “A história de Cristo tem mais de 2.000 anos e está aí até hoje porque faz sentido para muita gente. Antigas religiões também duraram bastante. Até hoje teatros do mundo todo encenam peças do Shakespeare e grandes clássicos do cinema são assistidos pelas gerações mais novas”, segundo ele.
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Novidades e curiosidades movimentam o sistema da Globo NE

Com 44 anos de atuação no mercado regional, a Globo Nordeste reuniu no dia 21 de julho profissionais, empresários e parceiros do mercado de comunicação para conhecer os novos planos e novidades para todo sistema da emissora no encontro “Eventos e Projetos Comerciais 2014/2015”. Todo o planejamento para o segundo semestre deste ano e para 2015 foram apresentados e deu-se o start para novas oportunidades e propostas de renovação de patrocínio para programas e eventos que fazem parte do calendário dos pernambucanos. Desde 1972 a Globo já leva o Nordeste desde o nome, porque não olhamos só para Pernambuco, olhamos a região toda. Temos que enxergar o cinturão da Bahia até o Maranhão”, lembra o diretor comercial, Iuri Leite.
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Contente mostra que uma boa e conectada ideia satisfaz e faz feliz
Mais do que um adjetivo de dois gêneros, a palavra Contente concretizou a realização das jovens Daniela Arrais (jornalista recifense e autora do blog Don’t Touch My Moleskine) e Luiza Voll (publicitária, designer de interação e autora do blog Favoritos), que ansiavam por um desafio a mais em suas carreiras e suas vidas. Foi assim que nasceu em 2010, em São Paulo, esta empresa criada para o desenvolvimento de projetos especiais que acontecem na internet e fora dela, como as próprias sócias definem. “A Contente surgiu da paixão que temos pela internet. A gente vivia falando sobre o assunto, compartilhando os links que mais enchiam nossos olhos, falando de como é verdadeiro esse clichê de que com a internet você tem o mundo todo”, diz a pernambucana que já atuou como repórter no Jornal do Commercio, revista Joyce Pascowitch, no portal Oba Oba e na Folha de São Paulo.
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A humildade das redes conquista a telinha
Aposentadoria é sempre um momento de muita tranquilidade para a maioria das pessoas, mas não para esta potiguar de 57 anos, que largou o trabalha de SG em um hospital de Mossoró despois de 24 anos por motivo de doença, e hoje divide a agenda entre muitos compromissos. Afinal, ela é uma das garotas propagandas mais divertidas da publicidade no último ano. Esta é a Dona Irene, personalidade da web e personagem que alcançou os TT´s mundiais como Danilo Gentile, e é a cara da nova comunicação do Eletro Shopping, rede pernambucana fundada há 20 anos, pelo empresário Richard Saunders.
Quando a proximidade geográfica se reflete em boas ideias e negócios
Em 1983, surgiu uma expressão que mudaria o conceito de escritório como se conhecia: Escritório Virtual, com a ideia de que facilitar a estrutura e o acesso a contatos necessários numa relação de negócios, fugindo, contudo, da inflexibilidade de alugar ou montar um escritório completo. Este modelo alcançou o Brasil mais ou menos em 1994 e conquistou certo número de adeptos, porém, um novo formato vem ganhando cada vez mais adesão com uma proposta maior e resultados bastante atraentes para pequenas organizações e profissionais de diversas áreas. Este é o coworking que oferecem para os seus associados mais do que oferecer endereço comercial, escritórios estruturados e atendimento para recado.
“Logo de cara, o coworking traz a liberdade de ir e vir, de não se preocupar em ficar preso a um contrato de locação de vários meses em um imóvel ou conjunto comercial, livrando das preocupações com investimentos em infraestrutura, equipe, gastos fixos muito altos, manutenção, etc”, destaca Ana Vecchi, diretora da Vecchi Ancona – Inteligência estratégica (SP).
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Compartilhamento e uma nova possibilidade de negócios
Esta é realmente uma tendência que traz diversas opções e que surgiu de forma bastante peculiar e foi se desenvolvendo no começo dos anos 2000. O termo coworking foi criado em 1999 pelo americano Bernie De Koven, um designer de game que desenvolveu a expressão para descrever o trabalho colaborativo apoiado pelo computador. Mas, em 2005, passou a ser usado por Brad Neuberg para explicar o espaço físico com compartilhamento de área e de esforços, a partir primeiramente da própria iniciativa: o “Hat Factory”, um local de trabalho montado em um apartamento em São Francisco onde atuavam três profissionais de tecnologia. Um ambiente que abria suas portas durante o dia para autônomos que precisavam não só de um lugar para trabalhar como ainda compartilhar experiências.
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