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Jornalista, formada pela UFPE, com especialização em assessoria e comunicação corporativa e mercadológica. Consultora e Mentora de Comunicação, com larga atuação em duas vertentes especificas: 1) Comunicação, Marketing e Negócios, e 2) Arte, cultura, Diversão e Entretenimento.

De olho neles na paixão pela bola

FOTO 6_Sabrina BritoA paixão nacional mostra sua força e suas fraquezas em dois tempos. E assim, a bola neste setor vai rolando, num jogo em que os especialistas preveem um montante de US$ 3 e 6 bilhões de gastos com publicidade e uma receita de US$ 1,5 bilhão para a FIFA. Mas, enquanto as empresas e profissionais de marketing se preparam para associar suas marcas ao maior evento do esporte mundial, deve-se lembrar que são necessários muitos cuidados no que concerne à propaganda neste caso, segundo a advogada Luiza Sato Pereira Dias da Lobo & de Rizzo Advogados. Em relação aos limites legais, ela lembra que o uso de termos como “Copa 2014” e “Copa do Mundo da FIFA” (http://pt.fifa.com/worldcup/organisation/marketing/brand-protection/index.html) por empresas não autorizadas pela FIFA está vedado e que já havia normas regulamentando o uso de marcas relacionadas a eventos esportivos: a Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996) e a Lei Pelé (Lei nº 9.615/1998). “A primeira estabelece que não são registráveis como marca nome, prêmio ou símbolo de evento esportivo, oficial ou oficialmente reconhecido, bem como a imitação suscetível de criar confusão, salvo quando devidamente autorizado por autoridade competente ou entidade promotora do evento. A segunda estabelece que a denominação e os símbolos de entidade de administração do desporto ou prática desportiva são de propriedade exclusiva da mesma, contando com a proteção legal, válida para todo o território nacional, por tempo indeterminado, sem a necessidade de prévio registro em órgão competente”, informa a especialista em propriedade intelectual.

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Do conceito ao modelo da Estratificação social

piramide-social (brasilescola.uol.com.br)Ligado ao começo do capitalismo, o conceito das classes sociais teve seu inicio a partir dos impactos causados pela primeira revolução industrial. Naquela época, Karl Max escreveu o manifesto comunista com Friedecrich Engels, em que determinavam em linhas gerais que a sociedade poderia ser divida em duas classes: a dos explorados (proletariado) e dos exploradores (proprietários e burgueses). Com o tempo e as mudanças do mundo, este modelo clássico ganhou uma nova abordagem pelo sociólogo Max Weber, em que a sociedade passou a ser categorizada em termos econômicos e de renda. Sistema este que até agora era usado no Brasil. Uma classificação que mantinha cada vez mais em destaque as discrepâncias entre uma e outra camada da sociedade, em especial a C que mais alcançou mobilidade social e chegou a crescer cerca de 20% nos últimos 10 anos.

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Com a nova Estratificação social, o que há de novo?

crisePara muitos especialistas, agora tudo muda com a nova estratificação social. Diante de um novo cenário, o modo de consumir mudou assim como a forma de estuda-lo. E diante disso: o que muda no trabalho e ações de comunicação e relacionamento entre marcas, empresas, consumidor, agências, e ainda no comportamento do consumidor: postura, hábitos, prioridades? Mas, na verdade, o que está diferente é a nossa forma de observar esta realidade, isto porque estamos diante de uma sociedade que não tinha sido observado anteriormente. “Os brasileiros continuam os mesmos, suas vidas permanecem iguais, mas agora poderemos olhá-los de forma mais precisa, entendê-los melhor. Agora sabemos, por exemplo, que não dá para generalizar ‘classe média’ como estávamos fazendo e que há muito mais pobres do que pensávamos. Este número, agora maior, estimulará agências e marcas a estudar melhor o target para poder oferecer a ele produtos e comunicação relevantes. Não se pode mais ignorar este público e seu potencial de consumo, que por menor que seja individualmente ganha relevância por conta do tamanho da população”, comenta Juliana Nappo – VP de Insights & Strategy do Grupo Toolbox – Toolbox e ShopperAge (SP).

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Nova estratificação social enfatiza que está na hora de se mostrar

www.ehow.com.brNeste mês de janeiro, o sistema de estratificação social mudou em virtude do aumento da renda da população e a ascensão da chamada “nova classe média”, refletindo, desta forma, neste perfil socioeconômico da sociedade brasileira atual. O que este crescimento do número de brasileiros mais ricos e mais pobres representa? E com esta nova estratificação, o que muda no trabalho e ações de comunicação e relacionamento entre marcas, empresas, consumidor, agências? Esses são questionamentos importantes que não podemos deixar de fazer nesse conturbado período de transformação. “Esta nova estratificação poderá auxiliar na delimitação mais precisa de certos clusters de consumidores, mas apenas com o tempo será possível confirmar se realmente ajudará nesta questão”, diz Henrique Santos, coordenador de planejamento da agência Rae,MP (SP).
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Se o conteúdo é rei, canal próprio é príncipe

CONTEÚDO-É-REIHoje em dia praticamente toda empresa, se já não tiver, ao menos considerou em algum momento criar uma fanpage no Facebook. E isso diz muito sobre o atual estágio do mercado de comunicação, e o que podemos vislumbrar para um futuro próximo. Já faz algum tempo que clientes e agências repetem o mantra de que “conteúdo é rei”. Trata-se da redução de algo mais complexo: com a produção de informação beirando ao infinito, as pessoas estão cada vez mais exigentes na hora de entregar seu tempo e atenção. Nesse cenário, produzir conteúdo que seja convidativo surge como solução. É aí que entra o Facebook, a primeira plataforma online com massa crítica suficiente para estabelecer formatos padronizados. Hoje agências de mídias sociais pensam em Facebook, e depois no resto. Ao mesmo tempo em que isso, por um lado, democratiza o marketing na internet, por outro perde-se um quê de originalidade nas campanhas online.

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A viabilidade de uma boa ideia

Adesivo Tauroof 03Há milhares de séculos, Jesus Cristo dava o pontapé inicial num conceito que hoje se torna mais realidade do que nunca, mas no campo dos negócios: partilhar e dividir. No mundo em que compartilhar é melhor do que trabalhar segregado, temos uma nova realidade e uma nova forma comercial de concretizar ideias e de promover inovação, que depende essencialmente do interesse do próximo. Isto é crowdfunding, um termo inglês cuja criação é creditada ao empresário americano Michael Sullivan, em 2006. “Existem várias palavras em inglês, e diversas traduções para o português. (E eu faço traduções do alemão por português), mas a melhor versão para nossa realidade é: vaquinha via redes sociais (no meio cultural), ou ‘assinatura no livro de ouro’ (em ambiente esportivo, escolar e religioso)”, diz o escritor, consultor em recursos humanos e designer, Igor Rafailov (PE), autor de Dicionários de Fobias.

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Além do campo das ideias

nOSACUDAQuando não basta apenas ter uma ideia na cabeça, plataformas colaborativas ajudam a concretizar ideias e projetos. E isso é Crowdfunding. “O crowdfunding surgiu em 2006 e era voltado apenas para iniciativas musicais com o site europeu ‘Sellaband’. Rapidamente outros lugares do mundo começaram a utilizar a ferramenta de captação de pequenos valores pela multidão em outras áreas: politica, cultura e outros”, lembra Dora Dimenstein do Nosacuda Ideias Criativas (www.nosacuda.com.br), primeiro site de crowdfunding de Pernambuco. Segundo a especialista, este movimento começou no Brasil em 2009 com o site Vaquinha e em 2011 com o Cartarse, que se tronou o modelo de impacto por se focar em projetos de natureza cultural em geral.

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Um mercado pautado na concretização das ideias

6Ivan Costa 1 - Agosto 2011
Escritor e colecionador Ivan Freitas da Costa

Entre grandes estrelas internacionais e nacionais, o grande sucesso da proposta do crowdfunding são os projetos de anônimos realizadores, que investiram na proposta. “Decidi colocar o projeto Ícones dos Quadrinhos no Catarse para que as pessoas se sentissem parte dessa iniciativa. Além disso, o crowdfunding também funciona como uma espécie de pré-venda e o livro já saiu com mais de 700 exemplares vendidos”, lembra o publicitário, escritor e colecionador Ivan Freitas da Costa, que apostou na plataforma para viabilizar a realização de uma publicação em edição de luxo, com capa dura e 220 páginas coloridas em papel de alta qualidade, com 100 ilustrações exclusivas de personagens clássicos das histórias em quadrinhos.
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Uma cinquentona cheia de charme

image015Ela é uma cinquentona que chega com tudo Brasil afora numa ação de marketing de impacto: o Mônica Parade, que homenageia esta estrela das revistas infantis, criada pelo cartunista brasileiro Maurício de Sousa em 1963 nas tiras de jornais de Cebolinha, originalmente na Folha de São Paulo. E agora, para marcar os 50 anos desta figura explosiva no mercado editorial de quadrinhos nacional, sua imagem é resgatada em tamanho natural, a partir de esculturas de 1,60 cm, customizadas por artistas, seguindo o modelo do projeto Cow Parade mundo afora.

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Co-creação (CoCreation)

colaboracaoCo-criação, tem sim, total relação com inovação, se fosse necessário definir em uma frase, provavelmente eu usaria: Co-criação é uma forma colaborativa de trazer todos os atores participantes de um processo, sejam eles, produtores, consumidores, formadores de opinião. Hoje há a necessidade de se trabalhar de forma mais colaborativa, de se criar em conjunto, não dá para se basear apenas em pesquisas ou percepções. Na hora de criar um produto ou serviço, que tal chamar as partes interessadas para trabalharem juntas, isso mesmo, todo mundo criando junto, desde quem produz o produto a quem consome este produto, a chance de acerto se multiplica de forma exponencial.

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