A relação entre moda e Branding é uma relação muito peculiar, visto que são poucas as marcas que tem poder de transformar qualquer coisa em moda, geralmente este poder é do estilista que soma o seu nome a marca e com isso cria moda. As poucas que conseguem são marcas que lançam tendência e são, geralmente, as marcas mais esperadas no lançamento das coleções.
Um fato importante sobre o tema, é que lançar moda não significa vender, mas abrir porta para uma diversidade de produtos que serão sucesso em venda devido a tendência provocada.
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Com a marca da emoção, agências conquistam Profissionais do Ano
Como um oscar, o Prêmio Profissionais do Ano apresenta anualmente trabalhos criativos provenientes de profissionais que concebem e transformam ideias em comerciais que divertem e informam. Um reconhecimento merecido para aqueles que fazem o “Show de Intervalo”, como considera a Rede Globo, criadora deste prestigiado evento (1978). E nesta 35º edição da seccional Norte – Nordeste, realizada no dia 28 de agosto, na Plenáriado Studio 5 de Convenções, em Manaus, não foi diferente. A festa, que contou com a participação dos atores Murilo Rosa e Emanuelle Araújo como os mestres de cerimônia, reuniu 500 convidados e realizadores dos melhores comerciais das regiões que foram recebidos em clima de cinema (com inspiração no blockbuster “Pirata do Caribe”).
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All News nas ondas:
Uma nova onda está mexendo com o mercado radiofônico e publicitário em Pernambuco, que ao invés de uma rádio que toca notícias, conta com duas emissoras locais: a Rádio CBN Recife e a JC News. Depois de anos vinculada a um dos maiores grupos de comunicação do Estado (Sistema Jornal do Commercio de Comunicação), a primeira se integra à Rede Nordeste de Comunicação, trazendo o tradicional conceito que lhe tornou conhecida pelo público. E a segunda chega cheia de novidades e com o aporte do próprio SJCC.
Papo aberto revela situação da comunicação corporativa
Colocando a casa em ordem, assessorias pernambucanas ganham referência para boa atuação com investida da Abracom que apresenta guia para formalizar atuação de agências no mercado. “Até pouco tempo, vivíamos num cenário de descrença que o brasileiro reivindicaria mudanças, então, chegaram as recentes manifestações. E vimos o povo nas ruas com frases de efeito, criadas inclusive pela propaganda para o mercado, como o #vemprarua, como forma de protesto e luta por coisa mensuráveis e imensuráveis como respeito. Nada disso me espanta, na verdade, mas o que me impressiona é a rapidez e a intensidade com que isto se manifestou com a força das redes sociais”, segundo Francisco Cunha, diretor da TGI Consultoria (PE).
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Visão e ousadia para inovar
No passado, não bastava ter um sonho para fazê-lo acontecer. Hoje, os modelos de negócios propiciam a auto realização e, atrás desta necessidade, o publicitário Edgar Andrade pautou sua diversificada carreira, iniciada como estagiário da agência de publicidade pernambucana Aliança Comunicação, onde desenvolveu a pesquisa inicial do Festival SESI Bonecos do Mundo, um dos principais cases da agência assim como o CINE SESI que leva o cinema brasileiro para o interior do País. Um início de carreira que traçou os primeiros caminhos para a nova jornada profissional na Hub Criativo e em uma área totalmente nova no país: a economia criativa, movimento que abraçou bem antes desse termo virar moda no Brasil.
“Para mim o conceito Economia Criativa é mais um conceito. Um termo que entrou na moda e que todo mundo de uma hora para outra assumiu como novo. Primeiro que de novo só tem o termo. Desde Mozart que descobriu que não dava pra se sustentar fazendo apresentações na sua cidade e criou a turnê, passando pela invenção do gramofone que gerou a primeira revolução da música em escala, passando pela impressão da bíblia até o surgimento da internet. São todos elementos históricos de processos de inovação revolucionários que causaram algum ou grande impacto no mundo e na história da humanidade”, diz ele que vê como primeiro termômetro dessas mudanças hoje o contato das novas gerações com a própria tecnologia.
De Recife para o mundo, Marco Zero gera conhecimento através do entretenimento

Pode parecer um clichê, mas estamos vivendo cada vez mais em meio ao conceito “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, preconizado pelo cineasta Glauber Rocha, na década de 1960, um dos idealizadores do movimento Cinema Novo, em que jovens apostaram na produção de uma cinematografia de baixo orçamento e com uma temática voltada para a realidade do país da época. O que antes era apenas uma proposta para superar a falência desta arte nacional hoje ganhou uma nova visão e promessa para o mercado audiovisual. E o cenário está cada vez mais propício para o desenvolvimento desde a retomada do crescimento do cinema, a partir de 1995, com o lançamento de Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995) de Carla Camurati, de acordo com dados do relatório setorial do Portal Filme B,15 em 2005.
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Um novo olhar. Novos negócios
“O presente impõe formas. Sair dessa esfera e produzir outras formas constitui a criatividade”, segundo o escritor e dramaturgo austríaco, Hugo von Hofmannsthal, um dos fundadores do Festival de Salzburgo, considerado um dos mais famosos festivais de música e teatro de todo o Mundo, realizado todo verão, na terra natal de Mozart. Pensando sempre a frente, declarava já naquela época que não era necessário conhecer muitas coisas, mas sim pôr muitas coisas em contato umas com as outras e que isto constituía o primeiro grau de criatividade. A integração das parcerias contribui para criar produtos e serviços inovadores, e este cenário está mais do que latente no Nordeste e em especial em Pernambuco. “Pernambuco está hoje entre as sete localidades nacionais de maior potencial para a economia criativa”, de acordo com a gerente geral de economia criativa da Sdec – Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Veronica Ribeiro, durante o lançamento em abril passado da célula executiva voltada para a economia criativa do Governo do Estado, que nasceu com a finalidade de discutir, modelar e fomentar projetos para os setores considerados pelo governo prioritários na área. Tudo isto de olho no potencial deste movimento que gera diversos negócios em variados segmentos, utiliza ferramentas que estimulam a interatividade e resulta em mudanças de comportamento.
Quando as ideias criam asas
A inovação mostra as caras e determina novo conceito de mercado cujo valor é intangível. Ano passado, o consultor britânico John Howkins, presidente da Consultoria BOP, do Reino Unido, declarou que “Precisamos de liberdade para escolher como queremos nos relacionar com as mais diversas ideias”, durante o Seminário Internacional de Economia Criativa organizado pelo SESI-SP. “De acordo com John Howkins – o papa da Economia Criativa, no seu livro ‘The Creative Economy’, ele sintetiza que ‘são atividades na quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos’. Nas palestras e cursos, tenho dito que a Economia Criativa é um termo novo para necessidades antigas; contudo, somente nos últimos anos é que se tem atentado mais e melhor, tanto pelos Governos, quanto por nós, enquanto Sociedade”, coloca Alfredo Galamba, diretor de Conteúdo e Relações Institucionais da ExpoLAB – Escola de Economia Criativa (PE).
Quando a ideia é mais do que uma ideia
A formação empresarial que depende do talento e da criatividade está realmente transformando os mercados, e provocando uma ruptura na visão de empreendedorismo, que já enfrentava uma revolução nas últimas décadas. “A economia criativa hoje se tornou um termo tão abrangente e difuso que é reconhecido atualmente como tudo que se tem relação com o intangível, isso é que tenha recursos infinitos, não mais finitos como os recursos naturais. A relação com a inovação vem a partir da adesão das próprias empresas, que viram nesse fator de competitividade. Um aspecto central entre a inovação e a economia criativa e a adesão a um movimento social e a necessidade de substituir os meios e práticas antigas por outras traduzem as diretrizes do novo movimento. Ao se entender dentro da economia criativa, as empresas – para dirigir-se a inovação – devem necessariamente mudar sua forma de atuação, para, no mínimo, colocar a criatividade como motriz central. Isso requer uma nova maneira de encarar a inovação, o que leva a uma ideia de criatividade voltada para a inovação”, comenta Ilse Guimarães, curadora na categoria de ideia do Movimento Hot Spot, festival de artes integradas que reúne exposição de projetos nas áreas de moda, ilustração, design, fotografia, ideia e outros segmentos, tendo como foco principal impulsionar a economia criativa.
Ideias como um bom negócio
Um novo capitalismo nasce pautado pelas boas ideias. Esta nova maneira de encarar os negócios estão bem além da zona de conforto vivido pelas empresas do passado. Ela dá uma nova cara ao conceito de trabalho e, naturalmente, não poderia deixar de ser fruto das transformações do mundo que estão eclodindo nos mercados, especialmente no de comunicação, moda, cinema e demais relacionados. “No passado as empresas estavam dentro de uma zona de conforto na qual as evoluções de produto seguiam dentro de uma relativa previsibilidade. Havia uma evolução natural da tecnologia e era mais fácil saber onde apostar. Hoje é diferente. Há tecnologias que podem ser dominantes, mas o aparecimento de uma solução disruptiva pode levar a uma revolução no mercado. Se no passado grandes investimentos em centros de pesquisa próprios garantiam uma vantagem tecnológica aos grandes conglomerados, hoje a incerteza ronda todos estes gigantes, que não param de ver e rever todas as cadeias produtivas que lhes cercam em busca de oportunidades e alternativas”, comenta o presidente da Assespro-SP (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo), Marcos Sakamoto.