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Jornalista, formada pela UFPE, com especialização em assessoria e comunicação corporativa e mercadológica. Consultora e Mentora de Comunicação, com larga atuação em duas vertentes especificas: 1) Comunicação, Marketing e Negócios, e 2) Arte, cultura, Diversão e Entretenimento.

Apesar das dificuldades, nunca foi tão fácil empreender

STARTUP-1-face (corte)Você já pensou como seria a versão de “Paratodos” de Chico Buarque se focada numa análise da trajetória profissional? Hoje, o conceito de profissão, trabalho, carreira e mercado mudou e talvez nem mesmo este ícone da nossa MPB pudesse destrinchar quem faz o que no cenário atual. Afinal, como explicar uma pessoa formada em relações públicas que administra um negócio na área de saúde, ou um executivo da área de marketing formado em direito. De forma leiga e absurda, esta é uma forma de mostrar que o nosso universo não é mais o mesmo, e tudo que conhecíamos agora está à mercê de algo novo. Novo de todas as formas, inclusive da forma de iniciar um negócio. Nascido para o sucesso, um novo conceito de empreendedorismo ganha cada vez mais destaque no cenário nacional com a força jovem e o novo conceito de inovação. “Startup significa começar alguma coisa. As principais características de uma startup é que é um negócio novo e inovador que tem no seu modelo de negócio a alta escala; e ser repetível, isto é, atende a uma enorme quantidade de pessoas que possuem os mesmos desejos ou necessidades, diz analista do Sebrae-PE, Péricles Negromonte. Este é o princípio básico da startup, um perfil de empreendimento que está geralmente associado ao mercado digital, que foge ao modelo burocrático e rígido do processo de trabalho e tem perfil jovial.
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Empreendendo com um novo começo e conceito

thumbnail.phpStartup é um novo conceito de empreendedorismo que tem se destacado como uma coisa cujo boom pode ser presenciado agora, mas está ativa no cenário mundial e nacional há duas décadas. Na verdade, ela é fruto da Bolha da Internet, na década de 1990, quando um momento especulativo marcado pelo surgimento de empresas de tecnologia da informação e de comunicação (TIC). “Startups são empresas baseadas em ideias inovadoras com boas possibilidades de sucesso. São empreendimentos de baixo custo, mas com grandes expectativas de altos retornos. Esse nome foi cunhado na bolha da internet, onde várias empresas ‘ponto com’ foram criadas e vendidas a alto preço devido a essas grandes expectativas de crescimento, muitas deram certo e muitas outras não. Ou seja, startups também têm um risco explicito envolvido. Hoje em dia grandes empresas investem nesse tipo de pequenas empresas para não se envolver diretamente com o risco de um novo negócio e as compram se o negocio der certo. Outro tipo de empresa relacionada a isso são as spinoffs, em geral são serviços especiais prestados por uma empresa de um setor que cresce tanto que se tornam uma nova empresa. É muito comum se ter spinoffs de startup que deram certo”, diz Marcelino Granja, secretário de Ciência e Tecnologia (PE).

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Fazendo e acontecendo com uma nova realidade de negócios

Start-it-upAs startup são uma nova realidade de negócios em todo mundo. E uma análise importante a respeito deste formato de empreendedorismo mostra que todo o trabalho é centrado em algum foco, e se encerra sempre em proporcionar um produto útil para o consumidor, com um propósito em longo prazo, qualidade, princípios e valores específicos.  “Gosto de citar o autor inglês Luke Johnson, conhecido como empreendedor serial, já que foi bem sucedido em vários negócios próprios. Há menos de 2 anos escreveu Start it Up – ‘Porque tocar seu próprio negócio é mais fácil do que você pensa’. São boas dicas de como construir um negócio próprio: fala sobre o timing, a ambição, o valor de um sócio, a paixão do fundador, o valor das ideias, a energia aplicada aos negócios, a importância dos talentos e da administração descentralizada. Há empreendedores que nascem da necessidade, há aqueles que tentam um voo solo ao se aposentar e aqueles que nasceram em famílias empreendedoras. O que mudou? Os jovens que se tornam empreendedores já não se identificam com os modelos de empresas tradicionais. O que falta no Brasil? Mostrar que empreender é uma forma válida de dirigir o seu futuro e lembrar que os empregos para a vida toda estão com os dias contados”, diz Adolfo Melito da Fecomércio (SP).

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No mar sem fim do empreendedorismo

abc-bitaApesar de lançar mão da tecnologia, o conceito de startup não é focado apenas neste único universo. Muitos dos empreendimentos estão investindo nos mais diversos segmentos. “A ABSTARTUPS (Associação Brasileira de Startups) entende que startup é uma empresa de base tecnológica, com um modelo de negócios repetível e escalável, que possui elementos de inovação e trabalha em condições de extrema incerteza. Nós, da appnow | hot applications, defendemos a ideia de que qualquer pequena empresa em seu estágio inicial, gerida à baixos custos, que desenvolva atividades ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento de ideias inovadoras e que ofereça a possibilidade de rápida e consistente geração de lucros, pode ser considerada uma startup”, diz o publicitário André Medeiros, idealizador desta startup pioneira do agreste de Pernambuco, com o amigo e programador Gustavo Vilarim, encubada por uma aceleradora de Barcelona, a Bcause Lab.

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A concretização das ideias como mercado potencial

negocioUma grande característica neste movimento é o processo de produção mais autoral e, mais do que isto, a forma como se interage com a produção em si no ato do consumo. Isto é uma marca deste movimento, que têm a contribuição das incubadoras como um grande incentivo para o seu desenvolvimento. “Estão sendo criadas estruturas facilitadoras. São aceleradores de ideias, incubadoras, pólos de empreendimentos compartilhados. Essas estruturas tem objetivo de levar as ideias ao mercado sem grandes obstáculos. As profissões já existem há muito tempo, o que temos e vemos são novas atribuições e uma valorização de posições que eram antes vistas como secundárias. É o caso dos articuladores, dos gestores e analistas de pequenos negócios que não eram reconhecidos como essenciais aos processos, a própria profissão de design gráfico era muito pouco reconhecida. Vale salientar que este reconhecimento se traduz em forma de salário, os salários da indústria criativa são quase três vezes maior que os salários em outros segmentos, enquanto o rendimento mensal médio do trabalhador brasileiro era de R$ 1.733 em 2011, o dos profissionais criativos chegou a R$ 4.693, quase três vezes superior ao patamar nacional”, destaca Adolfo Menezes Melito, presidente do Conselho de Criatividade e Inovação da FECOMERCIO-SP.

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Com uma missão na cabeça projeto usa o Instagram para mudar a concepção de imagem e rede social

Instamission-A-Corrente-do-BemUma ideia na cabeça e um teclado à mão foram a marca registrada de várias realizações que mudaram o mundo nos últimos 40 anos, desde que dois caras conhecidos como Bill Gates e Steve Jobs saíram dos escritórios de garagem e trouxeram inovações que mudaram o nosso conceito de trabalho, lazer, comunicação e tecnologia. Muito se passou desde a década de 70 até os dias de hoje, mas uma coisa ainda permanece: novas idealizações trazem novas inspirações, especialmente diante da globalização atual medida pelas mídias sociais.  E este é o caso do Instamission, criação das amigas Luiza Voll, publicitária, e Daniela Arrais, jornalista. “Nos conhecemos pela internet, por meio dos nossos blogs, e descobrimos o quanto amamos essa internet, o quanto é dela que tiramos inspiração, aprendizado, amigos e tudo mais”, lembra Daniela Arrais.

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Longe da acomodação do mercado

1017178_559038734137646_1409459901_nComo apregoam muitos especialistas, estamos vivendo ápice da revolução digital, e com ela a criatividade é um imperativo que deve fugir à acomodação do formato tradicional da comunicação. Hoje, o saber se comunicar com o público ganhou novo paradigma, afinal, envolve ainda conseguir gerar conteúdo relevante e obter engajamento. Este é o grande desafio dos publicitários e o grande foco das marcas, que tentam ultrapassar as resistências e alcançar este novo território em franca transformação: o da comunicação digital. É este novo cenário radical que é mostrado ao leitor no livro “Terrorismo de Marca” pela jornalista e publicitária Izabela Domingues, que carrega uma bagagem de 20 anos de atuação em agências em São Paulo e no Recife, compartilhada em sala de aulas da Faculdade Aeso Barros Melo (PE), onde atua também como coordenadora. “Estamos vivendo profundas transformações nos setores da Propaganda e do Marketing. A lógica da sociedade em rede mudou a lógica da Publicidade e as empresas e agências estão se adaptando a essas novas configurações”, destaca ela.

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A paixão que faz acontecer

LivrosO renomado autor brasileiro Paulo Coelho, que já foi repórter na juventude, abraçou a carreira de escritor dando vazão a esta grande paixão pelas letras, pela redação, pela possibilidade de emitir e propagar para tantos suas ideias. Esta relação com a arte de escrever não é de hoje. Muitos foram aqueles que se destacaram neste universo, grandes nomes da comunicação que ao longo do tempo que se renderam à escrita e se tornaram mais do que referências para a nossa literatura, como Machado de Assis, Mário Quintana, Nelson Rodrigues, Fernando Sabino, Paulo Francis e Carlos Heitor Cony. Além da paixão, temos uma nova frente neste setor, a questão comercial, que está agregada aos dias de hoje a este mercado.

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O prazer que transformam a escrita em novo mercado

540385_4467157322964_1759520903_nCada vez mais, comunicadores se rendem ao prazer da escrita num mercado em ebulição. Conciliar os dois lados da moeda, neste caso, é um dos grandes desafios para os todos os profissionais. Mas, para alguns a vivência profissional contribui com a paixão pela escrita e aí o que resta é superar os entraves no caminho. “As dificuldades para se editar uma obra literária, aqui em Pernambuco e, talvez, no Nordeste, são imensas. Se o jornalista não tem um certo peso no Jornalismo ou na Mídia de um modo geral, dificilmente terá a edição do seu livro garantida. Dos meus quatro livros de poesias, apenas dois foram patrocinados: um pela CEPE e o outro pelo Instituto Maximiano Campos/Edições Bagaço. Os dois outros foram frutos de apoios culturais de amigos e de entidades. E, claro, a minha condição de colunista diário da Folha de Pernambuco (Coluna Folha da Cidade), nesses 15 anos; os meus 45 anos de profissão, em agosto próximo; e a boa aceitação dos meus dois primeiros livros contribuíram para estes apoios culturais”, destaca o jornalista Robson Sampaio (PE).

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O mundo digital está em constante evolução, segundo Sandra Turchi

Sandra-TurchiUm novo vislumbre de tecnologia alcança uma rede social digital forte junto as marcas, o Twitter Gif, mas apesar do que muitos acreditam é preciso perguntar: será esta uma nova mídia? Marcas usam o Vine para exibir comerciais curtos no Twitter, e para entender este uso e potencialidade conversamos com a professora de marketing digital do MBA da ESPM, Sandra Turchi.

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