Jornalista, formada pela UFPE, com especialização em assessoria e comunicação corporativa e mercadológica. Consultora e Mentora de Comunicação, com larga atuação em duas vertentes especificas: 1) Comunicação, Marketing e Negócios, e 2) Arte, cultura, Diversão e Entretenimento.
Otimização de sites (ou o SEO – Search Engine Optimization como é conhecido) é uma grande estratégia de marketing para as empresas. Sabe quando você faz uma busca na internet e aparece exatamente aquela indicação de link certo para uma página? Por exemplo, se você procurar pela expressão “Marketing Digital”, o que aparece na página principal, entre os três primeiros resultados, será o Wikipedia e o Portal de Marketing Digital em quase todos os buscadores mais usados (como Google, Yahoo, Bing, entre outros).
Para alguns Luiza do Canadá ganhou celebridade, quando na verdade é apenas um meme na rede, ao contrário da sua homônima dos bons drinks: a Marilac, que conquistou brilho no sol de Barcelona e vive, um pouco, do status que conquistou. Mas, o mais importante é que a era da conectividade e do compartilhamento o conceito profetizado por Andy Warhol na década de 60 (“um dia, todos terão direito a 15 minutos de fama”) caiu por terra. Neste novo admirável mundo novo, a ideia dos 15 minutos de fama já foi ultrapassado e a imagem de celebridade não está mais restrita à televisão. Nomes neste momento que vivemos hoje comprovam isto dentro de uma nova proposta de notoriedade: a webcelebridade. “O internauta é guiado pela paixão. As redes sociais também são canais movidos a paixão, seja paixão por comédia ou tragédia. A ordem de comando na web é ‘afrouxem suas gravatas, pois é hora de compartilhar’. Contamos nos dedos quantas pessoas são obrigadas a acompanhar o Facebook, um vlog etc, ou ‘twittar’. Todos se conectam por paixão para relaxar ou esquecer. A paixão é o ingrediente primordial da fórmula mágica do sucesso de webcelebridades”, diz Sérgio Rosa, diretor de planejamento digital da Giacometti Comunicação.
Marcelo Cidral, criador de “Como eu me sinto quando”
Ser reconhecido do nada na rua é uma coisa que realmente não chama a atenção deles, pois estão muito focados no trabalho que fazem e na ideia da realização, na opinião do blogueiro bluminense Marcelo Cidral, criador de “Como eu me sinto quando”, inspirado no conceito das tumblrs do exterior. Para a proposta iniciada em abril deste ano, o maior desafio era fidelizar o público que amou o blog desde o princípio e, ao mesmo tempo, atrair novos fãs. “Eu não fiz nenhuma divulgação extensa, minha sorte foi retratar situações que são facilmente identificáveis pro chamado ‘público ditador de tendências’, como pessoas que trabalham com comunicação e jovens. Outro fator importante foi o fato do tumblr possuir bastante conteúdo gay, sendo esse público bastante pioneiro quando o assunto é tendências online. Tive a sorte também de ter amigos que trabalham com social media ou que já são uma espécie de webcelebrity e que amaram o blog e ajudaram a divulgá-lo nas redes sociais. Mas não foi nada planejado não! Com o passar das semanas, pensei em estratégias pra variar o conteúdo e atingir outros públicos, como democratizar a linguagem, por exemplo”, lembra Cidral, que hoje detém mais de 115 milhões de visualizações de página e 7 milhões de visitantes únicos.
A vida dessas webcelebridades é com certeza bastante exaustiva e para administrar a agenda hoje para atividades extras (entrevistas, palestras, eventos, etc), eles são muitas vezes agenciados por empresas que se especializaram nesses profissionais. Este foi o começo da IFruit (SP), fundada em fevereiro deste ano por Murilo Oliveira, que há 2 anos trabalha neste segmento. Especializada em agenciamento e gestão comercial de blogs/vlogs/web-celebridades, a empresa apostou na oportunidade deste mercado pouco profissionalizado em agenciamento comercial e se tornou uma das principais empresas da área. Do trabalho iniciado com os primeiros agenciados (Jovem Nerd, Papo de Homem e Casal Sem Vergonha), hoje conta com casting com Felipe Neto, Não Intendo, Paramaker; Manual do Mundo; Mari Graciolli; Chico Rezende; Moda para Homens, e etc. “Nosso trabalho é vender publicidade/mídia em nossos canais agenciados, além de vender a imagem dos mesmos. Toda ação publicitária, seja publieditorial, vídeo patrocinado, tweet patrocinado, presença em eventos e etc, é a iFruit que vende para eles. Esse trabalho tbm inclui a venda de publicidade das Redes Sociais de algumas celebridades da TV também”, pontua Oliveira.
A jornalista e especialista em marketing Maíra Passos
A Internet não é algo novo, mas sua evolução com o passar do tempo traz sempre coisas novas e as inovações por parte recentes proporcionadas pelas mídias sociais são uma delas. Quem aposta nesta estratégia tem condições de realizar uma campanha de comunicação com alta cobertura e visibilidade, além de acessar um veículo que ainda permite uma melhor segmentação para maior assertividade do target, otimização da demanda e investimento. A jornalista e especialista em marketing Maíra Passos (PE) apostou nas possibilidades que as ferramentas publicitárias das redes sociais oferecem e se deu bem. “Os principais benefícios com o uso dos links patrocinados foi o aumento da visualização das páginas eletrônica, clicadas por clientes em potenciais. Como já sou de comunicação, acredito que é mais fácil entender as ferramentas e direcionar para o público certo. Confesso que na primeira vez no Google eu tive que ‘cutucar’ por mais tempo para entender. Mas, é muito prático e rápido colocar a campanha no ar. Bem diferente de outras ferramentas de divulgação que requer um operacional mais elaborado, intenso, como veiculação de campanha na mídia impressa, audiovisual e a própria assessoria de imprensa. Mas, reforçando, nenhuma ferramenta elimina a outra! Sempre é importante para qualquer ação um planejamento estratégico de comunicação para analisar quais os canais que serão mais adequados para cada empresa/proposta específica”, destaca a profissional que há três anos montou o seu próprio e homônimo negócio de assessoria. Continuar lendo Sabe qual é a boa dos links patrocinados?→
Uma noite de muita reflexão trouxe uma certeza Social Media Marketing são pessoas e as marcas que não entenderem isto e não se posicionarem desta forma não vão além da integração de Curtir em suas ações nas mídias sociais. Este foi o maior saldo do II Encontro de Profissionais de MKT Digital PE, realizado no dia 25 de Setembro, no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, no Recife. Para quem acha que o Curtir está valendo, tenha a consciência de que as suas estratégias podem não ser tão eficazes quanto se imagina, como ponderou os especialistas durante amplo debate. E isto porque este recurso não representa uma métrica adequada de impacto junto ao internauta, uma vez que a plataforma do Facebook restringe a pulverização das informações postadas em uma página, além da grande facilidade de descurtir do internauta. E, sendo assim, mais do que agregar seguidores, devemos agregar soldados. “A maneira como contamos nossas histórias nas Mídias Sociais é o que faz a diferença”, destacou o publicitário André Damasceno, CEO & Founder de O Melhor do Marketing (ES), empresa de consultoria de marketing.
Durante dois dias inteiros, 19 profissionais mostraram porque se destacam no cenário do marketing digital: conteúdo agregado à estratégia acertada. Isto é fundamental para todos, pois representa inovação, nova moeda do mercado moderno. “As pessoas hoje estão agregando valor à sua vida. Acostumamos a achar que o que acontece no eixo RJ-SP é porque as pessoas são mais qualificadas. Mas, as melhores oportunidades ficam para as pessoas mais preparadas. E, por isto, devemos nos tornar lideres dos nossos próprios destinos”, destacou Robson Escobar do Informe Vagas. Continuar lendo Social Media Marketing é do seu jeito→
Katiana Mirlla Costa Lacerda, sócia da Assertiva Comunicação
Na década 80, figurinhas expressivas e divertidas traziam um curioso modo de expressar o amor com a característica frase: “Amar é…” Este sentimento realmente pode ser expresso de várias formas e, na atualidade, este conceito é a receita para negócios eternos entre empresas e pessoas. Afinal, todo mundo tem uma marca do coração, aquela a qual sempre é fiel e assíduo na hora de compra. E este sonho é cada vez mais difícil de obter, mas, quem consegue atingir este patamar de relacionamento com o consumidor, definitivamente está no paraíso. “Amo loucamente a Melissa. Minha relação com a marca começou na infância, quando era apenas e tão somente Gredene, sem todo esse glamour. Sempre adorei essa sandália de plástico, o colorido das coleções, o desing de alguns modelos e adoro as parcerias com nomes de pés do mundo da moda como: Jean Paul Gaultier, Elizabeth Seneville, Thierry Mugler, Vivienne Westwood, Alexandre Herchcovitch, Isabela Capeto, Thais Gusmão e Adriana Barra. Às vezes, tenho uma relação de ódio mortal com a marca, principalmente, quando lançam coleções terríveis e quando abusam no valor dos produtos. Acesso o site da Melissa todos os dias para conferir as novidades”, declara a jornalista Katiana Mirlla Costa Lacerda, sócia da Assertiva Comunicação (PE).
O poder da marca é algo tão fundamental que algumas se tornaram referências únicas em seus segmentos como a inovação tecnológica e a Apple, ou a liberdade e a Harley-Davidson, que foi destaque em vários filmes como Sem Destino (“Easy Rider”, de 1969). E esta é uma relação que normalmente vai além de qualquer momento pontual da sociedade ou da moda envolta ao produto-empresa. “Entre as marcas que eu amo, posso destacar Starbucks e Red Bull. E minha relação com elas, assim como a de muitas pessoas, não chamaria de modismo, mas é, de fato, um fetiche. Pelo menos no meu caso, o posicionamento consolidado das marcas através de esforços de comunicação e branding, reforçados pelas recentes investidas em comunicação em redes sociais de ambas, são os principais motivos de eu ter essa relação de afeto. No caso do Starbucks, a experiência no PDV também influencia”, diz gestor de projetos em redes sociais da E.life (SP), Paulo Azevedo.
Gestor de projetos em redes sociais da E.life (SP), Paulo Azevedo
A forma como as empresas se portam com o seu consumidor e a qualidade do produto que este leva consigo é a força motriz. Numa pequena enquete no Facebook, 16 pessoas expressaram o seu amor a mais de 43 marcas em uma hora de interação na rede, ajudando a detectar os vários motivos que contribuem para a criação desta relação. “O Marketing 3.0 já dissemina marcas preocupadas com o social e com espírito humanitário, de presença coletiva. Marcas que ressaltem aos olhos e ao coração do público por serem solidárias, apaixonantes, criativas, sinceras, objetivas e bem-humoradas. Quem não gosta de pessoas assim? É a convergência do Marketing, sendo utilizadas diversas ferramentas do marketing pessoal para a humanização e valorização de marcas. Não basta apenas se fazer presente e lembrado, mas ocupar um espaço único e singular no coração do público”, frisa o VP de planejamento e criação da MV2 Comunicação (PE), Elmo do Val.
E, desta forma, não se pode esquecer que adaptação da marca a sua realidade atual é uma necessidade, que proporciona a reciclagem do amor e a conquista de novos usuários, evitando o ostracismo. “A Farm me conquistou tanto pelas roupas, que são lindas e exatamente como eu gosto, quanto pela forma como eles lidam com os clientes. O site deles é totalmente personalizável (a rádio é maravilhosa, com playlists para cada situação, e você pode montar a sua), os produtos sempre têm embalagens incríveis e até o cheirinho de tudo é maravilhoso. Por exemplo, se você compra um biquini recebe junto um escapulário com fotos do Cristo Redentor e uma oração pra não chover na praia. A Farm conseguiu consolidar o modelo de negócios de um jeito tão legal que hoje em dia existe até curso sobre isso, o Farm Fashion Business (oferecido pela Perestroika, que é bem badalada)”, pontua a Social Midia da ThinkY (SP), Lucélia Brito.
* Parte de matéria de capa sobre Lovemarks, produzida pela jornalista Ivelise Buarque para a Revista Pronews, edição de Setembro/ 2012, número 150.
Diretor de planejamento e novos negócios da Ampla, Fernando Lima
Diferenciação diante da concorrência é um fator primordial hoje, pois são elas que agregam valor aos produtos e tornam as marcas lembradas e, consequentemente, transformam este recall em amor, em muitos casos. “Vivemos alguns períodos evolutivos naquilo que chamamos arquitetura de marcas. Há pouco tempo tínhamos fregueses. Agregamos valores percebidos às marcas e transformamos esses fregueses em consumidores. Deitamos em berço esplêndido e quando acordamos percebemos que mais do que consumidores, o que as marcas necessitam para garantir fidelidade são fãs. A coisa funciona como numa relação de casal. Se a marca usa perfume, faz carinho, diz coisas que o consumidor quer ouvir, e não fica apenas se auto-elogiando, o relacionamento se consolida. Conquista e fideliza quem se relaciona, e não apenas anuncia. O anúncio cai no esquecimento”, diz o diretor de planejamento e novos negócios da Ampla (PE), Fernando Lima.
Bruno Scartozzoni, creative planner da Ativa Esporte
Os consumidores não percebem os resultados dessa veneração às marcas ou as suas importâncias nestes papéis específicos. E apesar de não estarem preocupados em adorá-las, percebe-se que, em muitos casos, é muito fácil chegar ao coração delas. Mas, o difícil é se conscientizar do que é necessário para alcançar este patamar e o mais crucial é como manter-se enraizada: prestar um bom serviço, surpreender seu público constantemente, manter um bom carisma no relacionamento e comunicação verdadeira. “As pessoas, em geral, são desconfiadas das marcas. Há várias pesquisas que mostram esse fenômeno. Isso é resultado de décadas de políticas que deixavam o consumidor em segundo plano, quando, no fundo, melhorar a vida delas deveria ser o propósito de qualquer marca. Nesse sentido as Lovemarks são as exceções que confirmam a regra, ou seja, fenômenos muito particulares. E aí a tendência é olhar para essas marcas e querer aprender com elas”, comenta Bruno Scartozzoni, creative planner da Ativa Esporte (SP).
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