Jornalista, formada pela UFPE, com especialização em assessoria e comunicação corporativa e mercadológica. Consultora e Mentora de Comunicação, com larga atuação em duas vertentes especificas: 1) Comunicação, Marketing e Negócios, e 2) Arte, cultura, Diversão e Entretenimento.
Americo Neto, Diretor de Atendimento da Viamídia Publicidade
Na rota das marcas de Luxo, Brasília lidera o ranking e Belo Horizonte também desponta entre as cidades, embora ainda entrem neste cenário Salvador, Recife, Curitiba e Porto Alegre. “Aqui no Brasil existem produtos de marca de luxo, praticamente desenvolvidos unicamente para o nosso mercado. São produtos mais simples e mais baratos, no entanto, com a marca de luxo que todos desejam”, diz Americo Neto, Diretor de Atendimento da Viamídia Publicidade, para quem o público que consome tanto produtos de luxo busca diferenciais concretos. “Quem compra, quer primeiro qualidade e busca por produtos teoricamente melhores. Depois, pelos valores agregados às marcas como: estilo, status, ascensão social. E principalmente: pelo sonho!”.
Alessandra Nutels, Diretora de Marketing e Comercial da Flu Look
É um fato. A situação da economia brasileira trouxe incalculáveis mudanças que até o momento são positivas. Transformou os consumidores mais exigentes. Eles demandam um grau de complexidade maior por parte das marcas em suas estratégias. “É um público mais exigente e com mais dinheiro para gastar, formado por pessoas que estão encontrando o luxo ao alcance das mãos. Esse público consome produtos de luxo exatamente porque passou a ter facilidade de acesso a eles. Se luxo é sinônimo de bom gosto, a nova classe consumidora tem bom gosto e quer usufruir disso”, lembra Alessandra Nutels – Diretora de Marketing e Comercial da Flu Look (AL), que sempre apostou em diferenciais e, por isso, tem sido pioneira em muitas iniciativas.
Rodrigo Stéfani Correa, coordenador do grupo de pesquisas em Marketing de Luxo da UFPE e professor adjunto do Departamento de Comunicação.
Quem consome o Luxo não só está numa faixa social de alta renda, como também aspira uma relação mais estreita com as marcas (pautado pela transparência, honestidade, confiança, integridade, respeito e ética), espera ser constantemente surpreendida com ações de relacionamento e busca a valorização da qualidade de vida e do bem-estar. Por isto, da mesma forma quer consome produtos, consume mais informação em conversa com amigos e nas mídias convencionais e digitais. “Historicamente, o luxo sempre foi relacionado à ostentação, futilidade e excentricidade. Hoje é totalmente diferente. Na hipermodernidade, o luxo está intimamente ligado a qualidade de vida, ao bem estar, a educação e a novas experiências (sensações). Parece ser um equívoco focar o luxo nos atributos do produto apenas, como raridade, qualidade e desempenho”, coloca Rodrigo Stefáni Correia, que realizou diversos estudos. Para ele, a comunicação, a estrutura e os serviços atrelados à marca (consultoria, ações de entretenimento e acesso a culinária, artes, vinhos e literatura) são mais fortes do que a oferta de produtos diferenciados. “Não adianta as empresas oferecerem produtos magníficos de grifes famosas ou de marcas consagradas, se a mesma não pensar na arquitetura do seu ambiente de venda, na hiperqualificação de seus funcionários e nas condições de acomodação do consumidor para um universo sensorial, mágico, encantador. A comunicação também muda radicalmente, o trade de luxo não comporta publicidade tradicional, não é receptiva a comunicação promocional e às tradicionais estratégias de relacionamento”, ressalta Correa, que é coordenador do grupo de pesquisas em Marketing de Luxo da UFPE e professor adjunto do Departamento de Comunicação.
Não é novidade que os consumidores estão cada vez mais exigentes. Como público diferenciado, eles necessitam de atenção especial e demandam um grau de complexidade maior que vai além da busca por viagens, cosméticos, novos restaurantes, spas, roupas e acessórios. As vendas de bens de luxo estão superando os diversos setores da economia e alcançando um mercado que, anteriormente, representava no passado renda adicional e hoje se reflete puramente em investimento. “Definitivamente, o luxo é negócio principalmente, quando falamos de imóveis. É possível obter muita liquidez através de investimentos neste mercado, principalmente, quem tem visão de futuro, pois o mercado de imóveis de luxo ainda tem muito o que crescer em todo o País. Cerca de 80% dos meus clientes ganham muito dinheiro no mercado imobiliário e alguns costumam investir na bolsa, mas não abrem mão de colocar seu dinheiro em imóveis de alto padrão. E quem quer investir, mas não sabe bem como, deve procurar um consultor, que vai saber bem onde estão as tendências, o que naquele momento é um projeto, mas depois vai significar lucro”, diz a Consultora Imobiliária Maria de Jesus (PE), que atende um público em ascensão, destacando-se empresários, profissionais liberais bem sucedidos e estrangeiros.
Manoel Fernandes, da BITES, fala sobre Mídias Sociais como instrumento de gestão interna de processos nas empresas. #BoasPraticas
Na “Nova Era das Tecnologias” parece que vale de tudo. Estar conectado é brincadeira de criança, que qualquer um pode desenvolver. Sim, em tese. As redes sociais podem ser um bom negócio se partir um planejamento estratégico, assumindo a realidade de que cada caso é um caso e que as experiências são diferentes para cada empresa, especialmente num país como o Brasil que já é o quarto do mundo em que os internautas interagem com as marcas. E esta preparação deve tomar o tempo que for necessário e deve partir do pressuposto de que nunca estará pronta, porque as redes sociais são uma caixinha de surpresas e nunca se sabe o que vai acontecer. Desta forma, observar e analisar o que anda rolando na rede é o melhor termômetro para interagir com o internauta, contornar crises de imagem e prever possíveis tendências. “Não se pode prever se não se apurar constantemente. É imprescindível analisar padrões e possibilidades sobre diversos assuntos, com um olhar diferenciado, para poder compreender e detectar o que há por vir. Mas, já podemos destacar que o que está no mercado hoje estará ocupando o mercado nos próximos anos. Contudo, conteúdo para social commerce é uma grande tendência. Na verdade, neste momento, não se pode ver uma coisa isolada. O contexto é rei dentro das mídias sociais e do e-commerce”, frisa Manoel Fernandes. Continuar lendo #BoasPraticas é essencial→
Depois de um investimento de mais de R$165,8 (entre 1998 e 2011) e um trabalho minucioso ao longo de 18 meses, o Grupo Telefônica comemora a concretização de um ideal: avançar no mercado brasileiro e transformar e tornar a Vivo em líder nacional (em telefonia móvel e marca de telefone fixo, internet e TV por assinatura). Este sucesso da empresa e da marca é resultado da qualidade dos produtos e serviços, da capacidade de inovar e de diversas ferramentas e ações diferenciadas que buscam desenvolver no mercado nacional, que hoje representa a maior operação mundial do Grupo em número de clientes (90 milhões de clientes) e empregados diretos (mais de 100 mil), entre os 25 países onde atuam. “A Vivo é uma empresa conhecida pela inovação, esse é um dos pontos fortes da companhia. Todos esses outros pontos: ações estratégicas, preços competitivos, promoções, serviços, patrocínio também são ferramentas utilizadas. A variedade de planos pós e ofertas de pré-pago, também é um diferencial da operadora. A Vivo estuda constantemente os mercados onde atua e do resultado desses estudos surgem as demandas para novos produtos, serviços, promoções, patrocínios e toda a estratégia comercial da empresa”, diz o Diretor da Vivo Regional Nordeste, Renê Ruszki. Continuar lendo Campanha integrada com as novas tecnologias conecta Vivo→
Estamos vivendo um período positivo para o país com uma camada da sociedade na linha de consumo. Uma faixa que cresceu por causa dos programas de assistência social e do aumento anual dos salários mínimos, que possibilitaram aumento da renda para que entrassem na linha de consumo. “O crédito, a maior distribuição de renda, um Nordeste motivado pelos investimentos do governo federal e, em Pernambuco, especialmente, a gestão pública do time de Eduardo Campos, permitiu que o dinheiro circulasse mais no comércio e o cliente posicionou a troca ou compra do veículo na sua lista de prioridades. O carro e a moto também viraram sonhos de consumo palpáveis, bem antes da casa própria”, comenta Moraes.
As motivações aliadas aos fatores discutidos influenciam o consumo e trazem grandes benefícios para vários setores: o mercado de veículos (que integra as montadoras, concessionárias, empresas de autopeças, entre outros) e a população (através da geração de empregos e realização do sonho do meio de transporte). Então, é preciso estimular o crescimento do segmento com estratégias que vão além das simples oferta variada de produtos. “O setor tem forte concorrência, hoje o consumidor tem à sua disposição dezenas de marcas com linhas completas de produto. Do ponto de vista de quem, como nós, trabalha a comunicação de dois grandes grupos do varejo automotivo, é um trabalho diário procurar novos caminhos criativos para chegar aos corações e mentes dos consumidores”, diz Gustavo Bastos, sócio 11:21 (RJ), agência que atende o Grupo Líder (Recreio Volkswagen, Líder Chevrolet e Ford Bracom) e AGO (Mercedes, Chrysler, Dodge, Jeep, Peugeot, Hyundai HB20 e smart).
Mariuche Ismerin, gerente de marketing e qualidade de todo o Grupo Indiana da Bahia
O Brasil é apaixonado por veículos e o mercado de comunicação acompanha este amor com carinho. Para quem atua no mercado automotivo, o segmento está passando por um período de profunda mudança como consequência da grande crise mundial de 2008, contudo, ainda representa uma grande força na economia mundial, afinal ele gera milhares de postos de trabalho diretos e indiretos. E, como forma de mantê-lo ativo, o Governo Federal interviu com a redução do IPI em maio de 2012, que gerou recuperação nas vendas para sanar uma questão de altos níveis de estoque. E isto ajudou o mercado, mas só o tempo mostrará se as dificuldades que vinham prejudicando o setor estão superadas. “A abertura de novas fábricas no Brasil deu outra dinâmica ao negócio, nos últimos cinco anos. Representou agilidade na produção, facilidade de compra. Os que antes eram chamados importados, passaram a ser fabricados no Brasil, eliminando a dificuldade de manutenção e reposição de peças. Teve também a entrada de novas marcas estrangeiras, que, através de políticas de peço agressivas e grandes campanhas de marketing, trouxeram uma ampla concorrência ao setor. O bolo, antes dividido em quatro ou cinco fatias, passou a ser disputado por mais de dez. Foi um período de grandes novidades. E toda novidade, gera curiosidade, interesse… E até mesmo, compra”, destaca Mariuche Ismerin, gerente de marketing e qualidade de todo o Grupo Indiana da Bahia.
João Gabriel Fonseca, diretor de marketing da SEO Master
No planejamento de marketing digital, sabe-se que é necessário selecionar as redes sociais ideais, as ferramentas adequadas, identificar as oportunidades, desenvolver o conteúdo atrativo, entre outros fatores importantes para o desenvolvimento do trabalho. Mas, muitos especialistas consideram que este processo vai muito mais além. Afinal, podemos perder algum detalhe importante enquanto monitoramos e gerenciamos todo o trajeto para manter a imagem da marca e da empresa em evidência na web. E, por isto, uma forma de exercitar o Social Media Marketing tem sido empregada por diversos especialistas: o Business Intelligence, ou BI, que em português claro pode ser traduzido como Inteligência de negócios. “O conceito foi desenvolvido na década de 80, referindo-se à prática de coletar dados e organizar, para servirem de insumo para análises que as tornarão informações úteis e possibilitem uma melhor sustentação para a tomada de decisões. As empresas estavam começando a perceber uma nova situação, que hoje é um dos nossos maiores problemas: o excesso de dados. A partir deste momento a inteligência empresarial tornou-se uma vantagem competitiva para todos os setores do mercado. O desenvolvimento e popularização da computação e internet ajudou a potencializar esse cenário de inundação de dados, principalmente depois do surgimento das mídias sociais. Se antes o conteúdo era criado por empresas, agora a maior parte é criada por usuários que tem vontade de compartilhar suas experiências e opiniões com outras pessoas. Isso fez com que haja milhões de tweets no Twitter, curtidas no Facebook e pins no Pinterest, que precisam ser lapidados para a aplicação do business intelligence”, diz o João Gabriel Fonseca, diretor de marketing da SEO Master (RJ).
Foco estratégico pode ser o diferencial em sua Gestão de Comunicação, então aposte em um expertise de planejamento e DNA próprio de produção, criação e conexão de sua marca ou negócio! #realize