Todos os posts de realizecomivelisebuarque

Jornalista, formada pela UFPE, com especialização em assessoria e comunicação corporativa e mercadológica. Consultora e Mentora de Comunicação, com larga atuação em duas vertentes especificas: 1) Comunicação, Marketing e Negócios, e 2) Arte, cultura, Diversão e Entretenimento.

Andando além da curva

dahora2Diretor de arte, por ofício, o designer Daniel da Hora traz a arte no sangue e na própria trajetória de sua vida e carreira e como não. Trilhou um caminho no mercado de comunicação ao longo de vinte anos que reforça o papel de grandes influenciadores para a construção da carreira e o poder de influenciar novos talentos na escolha de uma das carreiras que mais encara desafios nos dias de hoje. Formado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Pernambuco, a UFPE, tem feito muita diferença colocando cada vez mais o estado como protagonismo da comunicação mundial, um desafio que supera muitos desafios e que expande ainda mais o nosso potencial criativo para muitos continentes, especialmente no cenário da globalização e da inovação. “Acredito que o trabalho do criativo em geral, sempre foi buscar uma ideia relevante que pudesse ser contada em plataformas de comunicação específicas. O problema é que, hoje, a quantidade de plataformas e formas de ativação é enorme, o que deixa mais complexa a atividade de criar e produzir conteúdo para tantos meios e públicos cada vez mais heterogêneos. Ao mesmo tempo, a tecnologia digital dá bastante controle e efetividade, como nunca antes tivemos”, enfatiza ele, que considera dois nomes como referência no campo da publicidade: Washington Olivetto e Marcello Serpa. Continuar lendo Andando além da curva

Uma comunicação que não é brincadeira

No passado, elas até fumavam cigarrinhos de chocolate da Pan na comunicação publicitária dos anos 80, contudo, a trajetória da propaganda com o passar dos últimos anos mudou o panorama do que conhecíamos. Agora a campanha voltada à criançada está mais sofisticada e o seu poder é forte enquanto consumidor potencial, de acordo com estudos, que apontam as crianças chegam a influenciar de 70% a 80% das compras da família Tudo isso ampliou a comunicação dirigida a elas, mesmo assim, a publicidade infantil do passado nos assombra com diversas facetas (positivas e negativas) que nos fazem relembrar até hoje exemplos que, em muitos casos, continuam inestimáveis e inesquecíveis em nossas lembranças. O fato é que o Dia das Crianças está se aproximando e é uma dos períodos mais fortes do calendário brasileiro, e a criatividade sempre foi um fator importante para alavancar a data com campanhas memoráveis. “O uso de crianças nas campanhas é algo que perdura e dá certo. O público se identifica bastante. Com o CONAR, falhas e lapsos diminuíram bastante. O modelo tradicional continua, mas também, as crianças hoje possuem muitos dispositivos de comunicação à mão. Não é mais só uma ação passiva. E, há o forte uso de netnografia e big data para saber qualificar e ofertar o que o público deseja”, diz o designer Alfredo Galamba, sócio-diretor da Expolab – Escola de Educação Criativa de Pernambuco. Continuar lendo Uma comunicação que não é brincadeira

Uma comunicação que não é brincadeira

big-trem-da-estrela-01No passado, elas até fumavam cigarrinhos de chocolate da Pan na comunicação publicitária dos anos 80, contudo, a trajetória da propaganda com o passar dos últimos anos mudou o panorama do que conhecíamos. Agora a campanha voltada à criançada está mais sofisticada e o seu poder é forte enquanto consumidor potencial, de acordo com estudos, que apontam as crianças chegam a influenciar de 70% a 80% das compras da família Tudo isso ampliou a comunicação dirigida a elas, mesmo assim, a publicidade infantil do passado nos assombra com diversas facetas (positivas e negativas) que nos fazem relembrar até hoje exemplos que, em muitos casos, continuam inestimáveis e inesquecíveis em nossas lembranças. O fato é que o Dia das Crianças está se aproximando e é uma dos períodos mais fortes do calendário brasileiro, e a criatividade sempre foi um fator importante para alavancar a data com campanhas memoráveis. “O uso de crianças nas campanhas é algo que perdura e dá certo. O público se identifica bastante. Com o CONAR, falhas e lapsos diminuíram bastante. O modelo tradicional continua, mas também, as crianças hoje possuem muitos dispositivos de comunicação à mão. Não é mais só uma ação passiva. E, há o forte uso de netnografia e big data para saber qualificar e ofertar o que o público deseja”, diz o designer Alfredo Galamba, sócio-diretor da Expolab – Escola de Educação Criativa de Pernambuco. Continuar lendo Uma comunicação que não é brincadeira

Era da co-criação gera novas experiências

As mudanças que a internet trouxe ao marketing são inegáveis e crescem a cada dia transformando-se e adaptando-se progressivamente com o avanço das tecnologias, que agregam uma grande e nada nova tendência: o colaborativismo. Com isso temos a conectividade digital como a força motriz imprescindível para a produção de um negócio, desenvolvimento de ações de uma empresa e conhecimento profundo acerca de um segmento. E diante deste cenário todos se beneficiam de uma forma ou de outra e é essa é o maior diferencial do marketing colaborativo, um conceito em consonância com a ideia de que a união faz a força. “Pessoas diferentes se conectando para criar novas coisas aumentam os campos de possibilidade criativa, existem diversas plataformas que por meio de match making conectam pessoas em prol da criação de novas coisas”, destaca Fábio Silva, sócio-fundador da StartMeUp, plataforma colaborativa de investimento denominado equity crowdfunding.  Continuar lendo Era da co-criação gera novas experiências

Era da co-criação gera novas experiências

startmeupAs mudanças que a internet trouxe ao marketing são inegáveis e crescem a cada dia transformando-se e adaptando-se progressivamente com o avanço das tecnologias, que agregam uma grande e nada nova tendência: o colaborativismo. Com isso temos a conectividade digital como a força motriz imprescindível para a produção de um negócio, desenvolvimento de ações de uma empresa e conhecimento profundo acerca de um segmento. E diante deste cenário todos se beneficiam de uma forma ou de outra e é essa é o maior diferencial do marketing colaborativo, um conceito em consonância com a ideia de que a união faz a força. “Pessoas diferentes se conectando para criar novas coisas aumentam os campos de possibilidade criativa, existem diversas plataformas que por meio de match making conectam pessoas em prol da criação de novas coisas”, destaca Fábio Silva, sócio-fundador da StartMeUp, plataforma colaborativa de investimento denominado equity crowdfunding. Continuar lendo Era da co-criação gera novas experiências

O desafio dos “anônimos” que geram relevância às marcas

Antes de Danilo Gentili chegar à telinha com o novo “Entubados”, programa da Sony com influenciadores digitais que habitam o Youtube, que já é considerada a segunda maior mídia audiovisual do mercado, a TV já mostrava a força desta figura que tem crescido cada vez mais nas ações das marcas e no respeito do consumidor. Podemos considerar como primeira referência a série da emissora norte-americana ABC, “Selfie”, criada pela produtora Emily Kapnek. Retratando as peculiaridades da jovem Eliza Dooley, personagem da atriz Karen Gillan, que concentra em si o estigma talvez desta figura icônica que congrega uma infinidade de fãs em sua presença digital, que vai além da sua vida real. Um mundo em que os “populares” das redes estão visivelmente não só compartilhando e opinando como injetando conceitos e recomendações a respeito de tudo. Continuar lendo O desafio dos “anônimos” que geram relevância às marcas

O desafio dos “anônimos” que geram relevância às marcas

 

entubadosimg_4903Antes de Danilo Gentili chegar à telinha com o novo “Entubados”, programa da Sony com influenciadores digitais que habitam o Youtube, que já é considerada a segunda maior mídia audiovisual do mercado, a TV já mostrava a força desta figura que tem crescido cada vez mais nas ações das marcas e no respeito do consumidor. Podemos considerar como primeira referência a série da emissora norte-americana ABC, “Selfie”, criada pela produtora Emily Kapnek. Retratando as peculiaridades da jovem Eliza Dooley, personagem da atriz Karen Gillan, que concentra em si o estigma talvez desta figura icônica que congrega uma infinidade de fãs em sua presença digital, que vai além da sua vida real. Um mundo em que os “populares” das redes estão visivelmente não só compartilhando e opinando como injetando conceitos e recomendações a respeito de tudo. No mundo em que influência é tudo, é importante avaliar como as marcas têm trabalhado suas imagens com esses novos atores da Era digital. “Em geral as marcas não sabem lidar com estes atores. E, ela não tem a obrigação de ter um time interno especialista neste assunto, pois ele é um pequeno nicho do mundo digital, o que não justificaria uma empresa ter uma equipe interna dedicada de especialistas em influenciadores. Por isso existem empresas como IWM, que são especialistas no assunto, e os clientes tem nos dado cada vez mais liberdade de criação e planejamento para fazermos o que é melhor para suas campanhas. E ao falar em sucesso, esta é uma palavra forte, pois não existe sucesso garantido, existem possibilidade e diminuições de riscos. Em geral, uma campanha bem planejada, criada e executada tem inúmeras chances de ser um sucesso”, diz Murilo Oliveira da IWM Agency (SP). Continuar lendo O desafio dos “anônimos” que geram relevância às marcas

Uma nova economia no viés do compartilhamento e colaborativismo

Estamos diante da mudança de uma nova e eminente cultura que terá maior adesão num piscar de olhos, ao pensamos bem aonde caminha a humanidade e a sociedade de consumo. Inclusive, quando consideramos as estatísticas populacionais e as pesquisas em mãos. No caso deste estudo da REDS, realizada em abril de 2016, com 1.025 entrevistas em todas as regiões do País, as perspectivas envolvem um público de usuários não só com faixa etária de maior decisão como também de maior poder de compra. Os dados apontam que os maiores utilizadores da economia colaborativa são as pessoas com idade entre 35 e 59 anos, homens (1/3 já usou) e da classe A (4 em cada 10 já usaram), dentro de um universo pesquisado composto por pessoas do sexo masculino e feminino, entre 18 anos e 65 anos, das classes A, B e C (critério Brasil). E observa-se que as categorias de produtos e serviços de maior adesão são viagem e hospedagem, livros e mapas colaborativos, assim como um grande uso de redes sociais e aplicativos para compartilhamento e troca de serviços e produtos, como o Airbnb, 99Taxis e Uber, Estante Virtual e Livra Livro e Waze e Muda SP. Continuar lendo Uma nova economia no viés do compartilhamento e colaborativismo

Uma nova economia no viés do compartilhamento e colaborativismo

rufflesEstamos diante da mudança de uma nova e eminente cultura que terá maior adesão num piscar de olhos, ao pensamos bem aonde caminha a humanidade e a sociedade de consumo. Inclusive, quando consideramos as estatísticas populacionais e as pesquisas em mãos. No caso deste estudo da REDS, realizada em abril de 2016, com 1.025 entrevistas em todas as regiões do País, as perspectivas envolvem um público de usuários não só com faixa etária de maior decisão como também de maior poder de compra. Os dados apontam que os maiores utilizadores da economia colaborativa são as pessoas com idade entre 35 e 59 anos, homens (1/3 já usou) e da classe A (4 em cada 10 já usaram), dentro de um universo pesquisado composto por pessoas do sexo masculino e feminino, entre 18 anos e 65 anos, das classes A, B e C (critério Brasil). E observa-se que as categorias de produtos e serviços de maior adesão são viagem e hospedagem, livros e mapas colaborativos, assim como um grande uso de redes sociais e aplicativos para compartilhamento e troca de serviços e produtos, como o Airbnb, 99Taxis e Uber, Estante Virtual e Livra Livro e Waze e Muda SP. Continuar lendo Uma nova economia no viés do compartilhamento e colaborativismo

Numa economia compartilhada, nada é igual ao mesmo

Colaboração gera oportunidades, perspectivas e desafios no cenário atual. E, de fato, o mundo não é mais o mesmo e traz uma série de questionamentos que estão impactando cada vez mais a economia tradicional e os modelos de consumo conhecidos. Por que adquirir o livro que pode ser pego emprestado, ou trocado por outra obra que você tem em casa? Vale mais a pena comprar ou alugar um liquidificador, um frigobar, um violão, um casaco de inverno ou até mesmo luvas de boxe, se o seu uso não será duradouro? Isso tudo deve ser levado em consideração, pois já existem plataformas online que proporcionam toda esta gama de possibilidades.  Continuar lendo Numa economia compartilhada, nada é igual ao mesmo