Colaboração gera oportunidades, perspectivas e desafios no cenário atual. E, de fato, o mundo não é mais o mesmo e traz uma série de questionamentos que estão impactando cada vez mais a economia tradicional e os modelos de consumo conhecidos. Por que adquirir o livro que pode ser pego emprestado, ou trocado por outra obra que você tem em casa? Vale mais a pena comprar ou alugar um liquidificador, um frigobar, um violão, um casaco de inverno ou até mesmo luvas de boxe, se o seu uso não será duradouro? Isso tudo deve ser levado em consideração, pois já existem plataformas online que proporcionam toda esta gama de possibilidades. Continuar lendo Numa economia compartilhada, nada é igual ao mesmo
Todos os posts de realizecomivelisebuarque
Um novo ciclo econômico

A pesquisadora Martha Gabriel contou em uma apresentação do TEDx Talks em 2014 uma historinha sobre a lagarta e a borboleta como uma referência sobre criatividade e inovação, enfatizando: “Cada vez que a gente tem um problema novo, a gente tem que ter soluções novas. A gente não pode usar as regras do passado”. Novidades aparecem o tempo todo dentro de um contexto macro, contudo, parece que só se tornam realidade para alguns quando alcançam as telonas ou a grande mídia, como no caso do home Exchange (ou intercâmbio de casas). Este serviço, inclusive, ganhou destaque no filme “O Amor não Tira Férias”, 2006, dirigido pela diretora americana Nancy Meyers, na qual Cameron Diaz (que interpreta a produtora de trailers cinematográficos prática, Amanda Woods) e Kate Winslet (Iris Simpkins, uma jornalista incorrigivelmente apaixonada e fiel à crença no amor) são duas mulheres completamente opostas e residentes em pontos distantes que trocam de endereço e clima durante o período natalino. Continuar lendo Um novo ciclo econômico
Um novo ciclo econômico
A pesquisadora Martha Gabriel contou em uma apresentação do TEDx Talks em 2014 uma historinha sobre a lagarta e a borboleta como uma referência sobre criatividade e inovação, enfatizando: “Cada vez que a gente tem um problema novo, a gente tem que ter soluções novas. A gente não pode usar as regras do passado”. Novidades aparecem o tempo todo dentro de um contexto macro, contudo, parece que só se tornam realidade para alguns quando alcançam as telonas ou a grande mídia, como no caso do home Exchange (ou intercâmbio de casas). Este serviço, inclusive, ganhou destaque no filme “O Amor não Tira Férias”, 2006, dirigido pela diretora americana Nancy Meyers, na qual Cameron Diaz (que interpreta a produtora de trailers cinematográficos prática, Amanda Woods) e Kate Winslet (Iris Simpkins, uma jornalista incorrigivelmente apaixonada e fiel à crença no amor) são duas mulheres completamente opostas e residentes em pontos distantes que trocam de endereço e clima durante o período natalino. Esta comédia romântica colocou em evidência a proposta do “exchange” (troca, permuta, intercâmbio), um conceito “aparentemente” novo no mundo. Porém, este é movimento de Marketing Colaborativo, ou Economia Compartilhada, já vem sendo praticado no mercado, no meio online e no comportamento das pessoas ao redor do mundo com a possibilidade de se explorar diversas experiências de aprendizado.
“Em uma sociedade globalizada e conectada pela internet, o marketing colaborativo já é uma realidade que tende a crescer e ocupar todas as áreas da economia brasileira. No nosso dia-a-dia faz parte dos nossos relacionamentos e das fundamentais indicações que movimentam o setor de serviços e todas as profissões liberais”, comenta Silvia Celani, diretora da Mafer Comunicação (SP). A executiva, que é jornalista e mestre em comunicação e mercado, cita a experiência da própria empresa neste processo, a partir de parcerias com clientes que atuam em diferentes setores e que se unem em torno de projetos que trazem benefícios para todos os envolvidos. E não é a toa que esta realidade se estende para vários tipos de setores, como a da moda em que o conceito de “mudar de roupa”, com custos acessíveis, pode ser muito melhor empregado do que adquirir uma nova peça para o guarda roupa, como observado no filme “Sex and The City” em que a assistente Louise (incorporada por Jennifer Hudson) da escritora Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) tem a oportunidade de usar bolsas de grife de luxo num sistema de aluguel. Continuar lendo Um novo ciclo econômico
Na Propaganda, Pai é herói

Em 2008, o NX Zero lançou versos profundos na música “Cedo ou tarde” numa homenagear in memoriam para o pai do guitarrista e back vocal, Gee Rocha. A canção, que declama o desejo de encontra-lo em algum momento e confiante que o olha e escuta com orgulho mesmo não estando presente. Assim como o artista, outros já haviam resgatado a figura paterna em composições expressivas que se tornaram simbólicas e caíram na boca do povo como a música imortal “Pai” do cantor Fábio Jr, de 1997: “Pai, Você foi meu herói meu bandido. Hoje é mais muito mais que um amigo. Nem você nem ninguém tá sozinho. Você faz parte desse caminho. Que hoje eu sigo em paz”. Esta imagem masculina do núcleo familiar vai de encontro atualmente à normativa social, que determina que o amor de mãe é mais forte que tudo e imutável. Continuar lendo Na Propaganda, Pai é herói
Na Propaganda, Pai é herói
Em 2008, o NX Zero lançou versos profundos na música “Cedo ou tarde” numa homenagear in memoriam para o pai do guitarrista e back vocal, Gee Rocha. A canção, que declama o desejo de encontra-lo em algum momento e confiante que o olha e escuta com orgulho mesmo não estando presente. Assim como o artista, outros já haviam resgatado a figura paterna em composições expressivas que se tornaram simbólicas e caíram na boca do povo como a música imortal “Pai” do cantor Fábio Jr, de 1997: “Pai, Você foi meu herói meu bandido. Hoje é mais muito mais que um amigo. Nem você nem ninguém tá sozinho. Você faz parte desse caminho. Que hoje eu sigo em paz”. Esta imagem masculina do núcleo familiar vai de encontro atualmente à normativa social, que determina que o amor de mãe é mais forte que tudo e imutável. Apesar de para muitos, a relação dos filhos com o genitor só nasce e cresce com o passar do tempo, ele mantém um protagonista importante e fundamental no cenário social, e não obstante no contexto do mercado publicitário. “As campanhas que abordavam os pais e ou famílias anteriormente, sempre utilizavam a imagem da família tradicional e constituída dentro dos padrões da época. Hoje, muitas marcas têm percebido que esta família tradicional não representa em sua totalidade a família moderna”, destaca Camila Leoni, sócia-diretora da LB Comunica. Continuar lendo Na Propaganda, Pai é herói
A cultura que gera um novo mercado, uma economia que gera novas ideias

Descobrindo sempre algo novo, deparo-me com uma nova realidade que nada na contramão da crise, apesar das dificuldades inerentes ao conceito de “empreendedorismo” e à necessidade de atuar com uma moeda super nova, a ideia. Afinal, o Brasil está aprendendo impulsionar cada vez mais seus negócios em vários segmentos de mercado, contudo, mais de 50% das empresas fundadas no país encerram suas atividades em até quatro anos. E dentro desse contexto um novo cenário tem surgido e tem trazido novas possibilidades e oportunidades para uma fatia específicas através do “Empreendedorismo Cultural”. Continuar lendo A cultura que gera um novo mercado, uma economia que gera novas ideias
A cultura que gera um novo mercado, uma economia que gera novas ideias
Descobrindo sempre algo novo, deparo-me com uma nova realidade que nada na contramão da crise, apesar das dificuldades inerentes ao conceito de “empreendedorismo” e à necessidade de atuar com uma moeda super nova, a ideia. Afinal, o Brasil está aprendendo impulsionar cada vez mais seus negócios em vários segmentos de mercado, contudo, mais de 50% das empresas fundadas no país encerram suas atividades em até quatro anos. E dentro desse contexto um novo cenário tem surgido e tem trazido novas possibilidades e oportunidades para uma fatia específicas através do “Empreendedorismo Cultural”.
Continuar lendo A cultura que gera um novo mercado, uma economia que gera novas ideias
Não perca o seu Pokémon de vista
Não entrei nesta onda, provavelmente por conta da idade ou pelo fato de nunca ter entendido muito bem essa moda mesmo na época. Sou daquelas que fica viciada em qualquer coisa, então, se essa moda me pegasse seria um problema nos dias de hoje. Mas, o fato é que a marca Pokémon comemora 20 anos neste 2016, e se tornou um fenômeno mundial tornando-se, inclusive, em um sucesso viral pois em todo seu tempo de vida trouxe muitas novidades. Pertencente a The Pokémon Company, esta franquia de mídia criada por Satoshi Tajiri, em 1995, é centrada nessas criaturas ficcionais que se tornaram uma febre que vai além da pegada inicial dos personagens que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte.
Continuar lendo Não perca o seu Pokémon de vista
Não perca o seu Pokémon de vista

Não entrei nesta onda, provavelmente por conta da idade ou pelo fato de nunca ter entendido muito bem essa moda mesmo na época. Sou daquelas que fica viciada em qualquer coisa, então, se essa moda me pegasse seria um problema nos dias de hoje. Mas, o fato é que a marca Pokémon comemora 20 anos neste 2016, e se tornou um fenômeno mundial tornando-se, inclusive, em um sucesso viral pois em todo seu tempo de vida trouxe muitas novidades. Pertencente a The Pokémon Company, esta franquia de mídia criada por Satoshi Tajiri, em 1995, é centrada nessas criaturas ficcionais que se tornaram uma febre que vai além da pegada inicial dos personagens que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte. Continuar lendo Não perca o seu Pokémon de vista
Na luta das possibilidades e da audiência
Por muitos anos, o lugar delas esteve restrito a posições adequadas ao sexo frágil, e assim era com a engenharia um dos setores mais exigentes e excludentes. Para se ter uma ideia do cenário, a presença das mulheres na construção civil estava mais associada aos espaços de limpeza após a conclusão das obras, durante muitas décadas. Contudo, muitos mercados refletem cada vez mais a presença delas, e acabou sendo uma opção e um desafio que a família da profissional Ísis Rodrigues, gerente comercial da Mix FM Recife, sempre acreditou ser ideal para. “Embora sempre fosse excelente em exatas, o curso de civil não foi exatamente escolhido por mim. Meu pai perguntou se eu queria fazer o vestibular para engenharia civil em Belo Horizonte, onde ele morava. Eu queria passear em Minas e fui fazer o vestibular. Um mês e meio depois ele me liga dizendo que me matriculou, que eu teria passado em primeiro lugar no turno da noite. Para quem estudou em Brizolão, era uma vitória e tanto”, lembra ela. Continuar lendo Na luta das possibilidades e da audiência