Arquivo da categoria: Comunicação

A incrível compensação da boa imagem

13563375804_e003ba52d1_oO que há por traz da pós-produção de uma imagem no processo de finalização ganha cada vez mais espaço no mercado. E no mundo em que uma imagem acaba valendo mais do que mil palavras, a pós-produção e o retouch vieram para adequar o processo final de criação. E ganhou mais força em virtude da condição do consumidor moderno que está cada vez mais exigência com o visual e com a mensagem que recebe. “Uma olheira expressiva, um excesso de celulite, um cabelo arrepiado. Tudo isso pode ser alvo do retouch. A pós-produção, quando bem feita, costuma resultar num trabalho mais bem acabado. Tudo melhora: cor, textura, sonorização. Este trabalho é a cereja no bolo de qualquer produção. Eles permitem ao mercado de comunicação alcançar um resultado mais profissional em filmes, anúncios, outdoors, entre outros. Mas precisa ser usado sempre com moderação”, enfatiza André Muhle, diretor de criação da Ampla Comunicação (ES).

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A arte da imagem, do glamour ao labor

13563125333_843118e8bb_oQuando se trata de imagem, erros e absurdos que, muitas das vezes, são praticamente impossíveis de acontecer em grandes agências, podem parecer algo surreal no mercado moderno. Mas, quem nunca foi impactado por uma imagem em campanha que mostra que o produto ou serviço é incrível? Algumas coisas se tornaram tão reais que é impossível não acreditar que é de fato como o que é apresentado. Mas, claro, há como identificar quando uma imagem passou por alguma “manipulação”, por exemplo, entretanto, talvez só para aqueles olhares mais acostumados e preparados. “A identificação está ligada a dois pontos extremos, o do mau uso e a execução de ideias mais complexas”, diz Ricardo Moreira da Moreira Estúdio (PE), que acredita que o processo como um todo reduz em muito possíveis erros. Como a pós-produção está diretamente ligada à dificuldade de execução da ideia, em sua opinião, existe uma ordem na linha de trabalho depois do tratamento por um especialista, ou estúdio (contratado para os casos mais complexos). Ela envolve o diretor de arte que aprova, o diretor de criação e o próprio cliente.

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Produção de imagem além das lentes

8608872004_b131c27253_oNa história da fotografia, era bastante comum a sutil manipulação das imagens para dar um último retoque, fossem de personagem ou de paisagem para estas permanecessem a expressão máxima do real pelo olhar do observador. No começo do século XX, era costume dos fotógrafos retocarem a foto para criar o resultado desejado no produto final, como fazia o Barão Adolph de Meyer (1868 – 1946). Conhecido como Barão Meyer, foi o primeiro fotógrafo fixo da Vogue e da Vanity Fair, mas ficou conhecido por um amplo trabalho de fotografia como arte. Inclusive, entre as suas mais famosas estão uma naturezas-mortas com a luz estourada, e as do dançarino Vaslav Nijinsky, em Paris e em Nova York entre 1910 e 1916. Além disso, é conhecido como um grande manipulador de luz e sombra, com costumeiras fontes de luz em lugares inesperados, e retocagem diretamente no negativo. “O tratamento de imagem veio justamente na comunicação, a empresa de comunicação Magnum, criada por Robert Capa em 1947, já possuía um retocador de imagens, também chamado na época de laboratorista, o Pablo Inirio. Ele ficava responsável por ajustar as sombras e luzes numa fotografia, para dar um ar de dramaticidade, lembra o fotógrafo Thiago Gouveia (PE), jornalista e que também atua como editor de imagens.

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Retoque, manipulação ou melhoramento? A imagem!

9614141480_4b70482c84_oSabe aquela velha e conhecida frase do filósofo chinês Confúcio (551 A.C. – 479 A.C.) “uma imagem vale mais do que mil palavras”? Pois bem, este dito popular talvez tenha mais do que nunca força nos dias de hoje com a inovação tecnológica. Afinal, no mundo dos selfies e das fotos instantâneas, o que se vê é real para muitos, especialmente, no universo da comunicação. E é neste cenário que um campo encontra cada vez mais espaço atualmente: o da pós-produção e do retouch, atendendo uma demanda que agora se torna fundamental na finalização de qualquer grande trabalho de criação. E em muitos casos sua abordagem no processo pode se tornar um diferencial na execução da ideia. “O mercado de comunicação já utiliza a pós-produção de imagens desde sempre, só mudando a forma, no início do século passado as imagens eram retocadas à mão, como nas pin ups da Coca-Cola, depois, com a chegada do computador e do Photoshop só mudou a ferramenta, que evoluiu e ficou mais acessível”, acredita Bertone Balduíno, diretor de criação da Blackninja (PE).

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Contente mostra que uma boa e conectada ideia satisfaz e faz feliz

contente1Mais do que um adjetivo de dois gêneros, a palavra Contente concretizou a realização das jovens Daniela Arrais (jornalista recifense e autora do blog Don’t Touch My Moleskine) e Luiza Voll (publicitária, designer de interação e autora do blog Favoritos), que ansiavam por um desafio a mais em suas carreiras e suas vidas. Foi assim que nasceu em 2010, em São Paulo, esta empresa criada para o desenvolvimento de projetos especiais que acontecem na internet e fora dela, como as próprias sócias definem. “A Contente surgiu da paixão que temos pela internet. A gente vivia falando sobre o assunto, compartilhando os links que mais enchiam nossos olhos, falando de como é verdadeiro esse clichê de que com a internet você tem o mundo todo”, diz a pernambucana que já atuou como repórter no Jornal do Commercio, revista Joyce Pascowitch, no portal Oba Oba e na Folha de São Paulo.
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All News nas ondas:

o-CBS-SPORTS-RADIO-DEBUTS-facebookUma nova onda está mexendo com o mercado radiofônico e publicitário em Pernambuco, que ao invés de uma rádio que toca notícias, conta com duas emissoras locais: a Rádio CBN Recife e a JC News.  Depois de anos vinculada a um dos maiores grupos de comunicação do Estado (Sistema Jornal do Commercio de Comunicação), a primeira se integra à Rede Nordeste de Comunicação, trazendo o tradicional conceito que lhe tornou conhecida pelo público. E a segunda chega cheia de novidades e com o aporte do próprio SJCC.

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Papo aberto revela situação da comunicação corporativa

guia-abracomColocando a casa em ordem, assessorias pernambucanas ganham referência para boa atuação com investida da Abracom que apresenta guia para formalizar atuação de agências no mercado. “Até pouco tempo, vivíamos num cenário de descrença que o brasileiro reivindicaria mudanças, então, chegaram as recentes manifestações. E vimos o povo nas ruas com frases de efeito, criadas inclusive pela propaganda para o mercado, como o #vemprarua, como forma de protesto e luta por coisa mensuráveis e imensuráveis como respeito. Nada disso me espanta, na verdade, mas o que me impressiona é a rapidez e a intensidade com que isto se manifestou com a força das redes sociais”, segundo Francisco Cunha, diretor da TGI Consultoria (PE).

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Com uma missão na cabeça projeto usa o Instagram para mudar a concepção de imagem e rede social

Instamission-A-Corrente-do-BemUma ideia na cabeça e um teclado à mão foram a marca registrada de várias realizações que mudaram o mundo nos últimos 40 anos, desde que dois caras conhecidos como Bill Gates e Steve Jobs saíram dos escritórios de garagem e trouxeram inovações que mudaram o nosso conceito de trabalho, lazer, comunicação e tecnologia. Muito se passou desde a década de 70 até os dias de hoje, mas uma coisa ainda permanece: novas idealizações trazem novas inspirações, especialmente diante da globalização atual medida pelas mídias sociais.  E este é o caso do Instamission, criação das amigas Luiza Voll, publicitária, e Daniela Arrais, jornalista. “Nos conhecemos pela internet, por meio dos nossos blogs, e descobrimos o quanto amamos essa internet, o quanto é dela que tiramos inspiração, aprendizado, amigos e tudo mais”, lembra Daniela Arrais.

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A paixão que faz acontecer

LivrosO renomado autor brasileiro Paulo Coelho, que já foi repórter na juventude, abraçou a carreira de escritor dando vazão a esta grande paixão pelas letras, pela redação, pela possibilidade de emitir e propagar para tantos suas ideias. Esta relação com a arte de escrever não é de hoje. Muitos foram aqueles que se destacaram neste universo, grandes nomes da comunicação que ao longo do tempo que se renderam à escrita e se tornaram mais do que referências para a nossa literatura, como Machado de Assis, Mário Quintana, Nelson Rodrigues, Fernando Sabino, Paulo Francis e Carlos Heitor Cony. Além da paixão, temos uma nova frente neste setor, a questão comercial, que está agregada aos dias de hoje a este mercado.

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O prazer que transformam a escrita em novo mercado

540385_4467157322964_1759520903_nCada vez mais, comunicadores se rendem ao prazer da escrita num mercado em ebulição. Conciliar os dois lados da moeda, neste caso, é um dos grandes desafios para os todos os profissionais. Mas, para alguns a vivência profissional contribui com a paixão pela escrita e aí o que resta é superar os entraves no caminho. “As dificuldades para se editar uma obra literária, aqui em Pernambuco e, talvez, no Nordeste, são imensas. Se o jornalista não tem um certo peso no Jornalismo ou na Mídia de um modo geral, dificilmente terá a edição do seu livro garantida. Dos meus quatro livros de poesias, apenas dois foram patrocinados: um pela CEPE e o outro pelo Instituto Maximiano Campos/Edições Bagaço. Os dois outros foram frutos de apoios culturais de amigos e de entidades. E, claro, a minha condição de colunista diário da Folha de Pernambuco (Coluna Folha da Cidade), nesses 15 anos; os meus 45 anos de profissão, em agosto próximo; e a boa aceitação dos meus dois primeiros livros contribuíram para estes apoios culturais”, destaca o jornalista Robson Sampaio (PE).

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