“Não arriscar nada é arriscar tudo. Eu sempre tento pensar nisso quando surgem oportunidades novas e fico com medo do que pode acontecer se eu seguir em frente”, declara Luiza Trigo, cineasta, produtora, influencer e escritora carioca. A jovem de 27 anos tenta explorar todas as possibilidades que a vida pode lhe proporcionar e, apesar de uma sutil timidez, adotou uma postura multifacetada que, influenciada pelos pais, a tornou irrequieta. Característica que condiz com o perfil da geração com a qual mais dialoga. “Eu nasci quase nos anos 90, mas assim que a internet surgiu, me vi conectada. Eu cresci no boom da internet. Gosto de dizer que pude ter uma infância desconectada e uma adolescência cibernética. Eu entrava nos chats, MIRC, tive ICQ, MSN, Orkut… Sempre curti esse mundo que conecta as pessoas de diferentes partes do mundo. E acredito que isso foi o que sempre me fascinou. Eu gostava de conversar com pessoas de fora do Brasil, de fazer amizades que até então pareciam impossíveis de existir. Fiz amigos nos Estados Unidos, Coréia, Indonésia… Isso é simplesmente incrível!”, lembra. Continuar lendo Caminhos que levam a novos horizontes→
“Nossa grande missão é salvar ou proteger, quem de nós precisar, nós vamos ajudar” era o mote principal da canção simbólica do emocionante desenho animado “Bernardo e Bianca”, criado pela Disney em 1977. A animação, que encantou pela sua mensagem de perseverança e pelo espírito de encorajamento, traz a ideia de que unidos podemos conquistar grandes feitos. E analisando-se a criação de algumas inovações modernas, observamos que muitas delas se pautam nessa perspectiva da colaboração. Esse denominador comum se encontra na história da evolução de alguns empreendimentos de venda (como escambos virtuais) e na conquista até de boa saúde ou de melhoria da qualidade de vida, vide exemplos como “Um teto para chamar de meu”, o carioca “Voz da Comunidade”, ou o pernambucano Dieta da Rede Social.
As mudanças que a internet trouxe ao marketing são inegáveis e crescem a cada dia transformando-se e adaptando-se progressivamente com o avanço das tecnologias, que agregam uma grande e nada nova tendência: o colaborativismo. Com isso temos a conectividade digital como a força motriz imprescindível para a produção de um negócio, desenvolvimento de ações de uma empresa e conhecimento profundo acerca de um segmento. E diante deste cenário todos se beneficiam de uma forma ou de outra e é essa é o maior diferencial do marketing colaborativo, um conceito em consonância com a ideia de que a união faz a força. “Pessoas diferentes se conectando para criar novas coisas aumentam os campos de possibilidade criativa, existem diversas plataformas que por meio de match making conectam pessoas em prol da criação de novas coisas”, destaca Fábio Silva, sócio-fundador da StartMeUp, plataforma colaborativa de investimento denominado equity crowdfunding. Continuar lendo Era da co-criação gera novas experiências→
Antes de Danilo Gentili chegar à telinha com o novo “Entubados”, programa da Sony com influenciadores digitais que habitam o Youtube, que já é considerada a segunda maior mídia audiovisual do mercado, a TV já mostrava a força desta figura que tem crescido cada vez mais nas ações das marcas e no respeito do consumidor. Podemos considerar como primeira referência a série da emissora norte-americana ABC, “Selfie”, criada pela produtora Emily Kapnek. Retratando as peculiaridades da jovem Eliza Dooley, personagem da atriz Karen Gillan, que concentra em si o estigma talvez desta figura icônica que congrega uma infinidade de fãs em sua presença digital, que vai além da sua vida real. Um mundo em que os “populares” das redes estão visivelmente não só compartilhando e opinando como injetando conceitos e recomendações a respeito de tudo. Continuar lendo O desafio dos “anônimos” que geram relevância às marcas→
Estamos diante da mudança de uma nova e eminente cultura que terá maior adesão num piscar de olhos, ao pensamos bem aonde caminha a humanidade e a sociedade de consumo. Inclusive, quando consideramos as estatísticas populacionais e as pesquisas em mãos. No caso deste estudo da REDS, realizada em abril de 2016, com 1.025 entrevistas em todas as regiões do País, as perspectivas envolvem um público de usuários não só com faixa etária de maior decisão como também de maior poder de compra. Os dados apontam que os maiores utilizadores da economia colaborativa são as pessoas com idade entre 35 e 59 anos, homens (1/3 já usou) e da classe A (4 em cada 10 já usaram), dentro de um universo pesquisado composto por pessoas do sexo masculino e feminino, entre 18 anos e 65 anos, das classes A, B e C (critério Brasil). E observa-se que as categorias de produtos e serviços de maior adesão são viagem e hospedagem, livros e mapas colaborativos, assim como um grande uso de redes sociais e aplicativos para compartilhamento e troca de serviços e produtos, como o Airbnb, 99Taxis e Uber, Estante Virtual e Livra Livro e Waze e Muda SP. Continuar lendo Uma nova economia no viés do compartilhamento e colaborativismo→
Colaboração gera oportunidades, perspectivas e desafios no cenário atual. E, de fato, o mundo não é mais o mesmo e traz uma série de questionamentos que estão impactando cada vez mais a economia tradicional e os modelos de consumo conhecidos. Por que adquirir o livro que pode ser pego emprestado, ou trocado por outra obra que você tem em casa? Vale mais a pena comprar ou alugar um liquidificador, um frigobar, um violão, um casaco de inverno ou até mesmo luvas de boxe, se o seu uso não será duradouro? Isso tudo deve ser levado em consideração, pois já existem plataformas online que proporcionam toda esta gama de possibilidades. Continuar lendo Numa economia compartilhada, nada é igual ao mesmo→
A pesquisadora Martha Gabriel contou em uma apresentação do TEDx Talks em 2014 uma historinha sobre a lagarta e a borboleta como uma referência sobre criatividade e inovação, enfatizando: “Cada vez que a gente tem um problema novo, a gente tem que ter soluções novas. A gente não pode usar as regras do passado”. Novidades aparecem o tempo todo dentro de um contexto macro, contudo, parece que só se tornam realidade para alguns quando alcançam as telonas ou a grande mídia, como no caso do home Exchange (ou intercâmbio de casas). Este serviço, inclusive, ganhou destaque no filme “O Amor não Tira Férias”, 2006, dirigido pela diretora americana Nancy Meyers, na qual Cameron Diaz (que interpreta a produtora de trailers cinematográficos prática, Amanda Woods) e Kate Winslet (Iris Simpkins, uma jornalista incorrigivelmente apaixonada e fiel à crença no amor) são duas mulheres completamente opostas e residentes em pontos distantes que trocam de endereço e clima durante o período natalino. Continuar lendo Um novo ciclo econômico→
Não entrei nesta onda, provavelmente por conta da idade ou pelo fato de nunca ter entendido muito bem essa moda mesmo na época. Sou daquelas que fica viciada em qualquer coisa, então, se essa moda me pegasse seria um problema nos dias de hoje. Mas, o fato é que a marca Pokémon comemora 20 anos neste 2016, e se tornou um fenômeno mundial tornando-se, inclusive, em um sucesso viral pois em todo seu tempo de vida trouxe muitas novidades. Pertencente a The Pokémon Company, esta franquia de mídia criada por Satoshi Tajiri, em 1995, é centrada nessas criaturas ficcionais que se tornaram uma febre que vai além da pegada inicial dos personagens que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte. Continuar lendo Não perca o seu Pokémon de vista→
Não entrei nesta onda, provavelmente por conta da idade ou pelo fato de nunca ter entendido muito bem essa moda mesmo na época. Sou daquelas que fica viciada em qualquer coisa, então, se essa moda me pegasse seria um problema nos dias de hoje. Mas, o fato é que a marca Pokémon comemora 20 anos neste 2016, e se tornou um fenômeno mundial tornando-se, inclusive, em um sucesso viral pois em todo seu tempo de vida trouxe muitas novidades. Pertencente a The Pokémon Company, esta franquia de mídia criada por Satoshi Tajiri, em 1995, é centrada nessas criaturas ficcionais que se tornaram uma febre que vai além da pegada inicial dos personagens que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte. Continuar lendo Não perca o seu Pokémon de vista→
Em 2012, tive a oportunidade de pesquisar, conversar e levantar qual era a boa de uma nova ferramenta de pesquisa que ganhava cada vez mais corpo no país: o Neuromarketing. E no último sábado (30) pude conferir de perto as novidades e as possibilidades nos dias de hoje desta grande estratégia de identificação do comportamento do consumidor através do Curso de Neuromarketing, ministrado pelo publicitário paulista Fernando Kimura da Academia Neuromarketing, em parceria com Onetworker. Realizado no Mercure Recife Metropolis, na Ilha do Leite, no Recife, a proposta do encontro era explicar descobertas sensacionais deste campo para o mundo da comunicação e para o marketing. “Pesquisas convencionais não expõem com exatidão o que se pensa sobre uma marca ou produto, pois muitas vezes ou a pessoa desconhece o que se pergunta ou por algum motivo não revela tudo o que pensa. Mas, no caso do neuromarketing não há como enganar na avaliação porque ela reflete com exatidão o que está no inconsciente”, destaca o profissional. Continuar lendo Entender o inconsciente faz a diferença para gerar engajamento e conquistar fidelização→
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